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sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Uma jornada adolescente por um multiverso de fantasia

Em “O Avesso no Espelho”, Jefferson Matoso cria um mundo fantástico acessado através de um portal escondido em um espelho que foi quebrado

Capa do livro “Avesso no Espelho” | Divulgação

Em seu aniversário de 16 anos, Abner tem que lidar com uma série de problemas: seu pai alcoólatra se esqueceu de dar parabéns a ele, a namorada o dispensa por ciúmes da própria irmã, seu projeto de filme é vetado pela diretoria da escola, entre outros perrengues.

No entanto, a mais surpreendente de todas as situações acontece quando o espelho do quarto dele quebra e um portal para outro mundo é aberto. Como será esta nova dimensão? A vida do jovem protagonista pode ser melhor do outro lado?

Este é o ponto de partida do livro O Avesso no Espelho, do fotógrafo e cineasta Jefferson Matoso. Suas principais referências foram obras literárias e adaptações de clássicos como “O Mágico de Oz”, “A História Sem Fim”, “As Crônicas de Nárnia” e “Coraline”. Em  comum, todas são histórias sobre crianças que abandonam suas vidas mundanas para mergulhar em um mundo fantástico, tal qual o lançamento do autor brasiliense.

A obra,  que mistura fantasia, física quântica e dramas adolescentes, também é inspirada no último artigo do físico Stephen Hawking sobre universos paralelos, intitulado “Uma Saída Suave da Inflação Eterna?”. Também é importante a presença dos conceitos desenvolvidos em “O Poder do Subconsciente”, do Dr. Joseph Murphy, que estuda os paralelos entre a mente e a realidade.

Abner está caído no chão deste outro cômodo que é a réplica perfeita do banheiro onde estava. Ainda é possível ouvir o barulho de trovões. Então levanta-se, ele está sentindo dores pelo corpo todo. Continua confuso e
perplexo, observa que todo o banheiro está uma bagunça, rolos de papel higiênico desenrolados,
xampus, sabonetes e toalha espalhados pelo chão. Ainda com a testa sangrando um pouco,
olha para a passagem que o sugou e vê o banheiro onde estava antes.

O Avesso no Espelho, p. 58

Em O Avesso no EspelhoJefferson Matoso transformou um antigo projeto de filme impossível para o cinema nacional em uma poderosa narrativa literária. Nestas páginas, o leitor mergulha não só em um multiverso de realidades paralelas, mas nas angústias presentes na vida de um adolescente.

FICHA TÉCNICA:
Título: O Avesso no Espelho
Autor: Jefferson Matoso
Editora: 
Viseu
ISBN/ASIN:
 9786525415697
Páginas: 
236
Preço
: R$ 41,97
Onde comprar: AmazonToca LivrosAmericanas e Submarino
Clique AQUI para baixar a capa em alta.
Clique AQUI para baixar a foto do autor em alta.

Autor Jefferson Matoso | Divulgação

Sobre a autor: Jefferson Matoso nasceu em Brasília (DF) e é fotógrafo desde 2002. Suas fotos foram expostas no Foto Arte Brasília em 2004. Foi coroteirista do vídeo LoveStone, que ganhou o Troféu Minuto, no XXV Guarnicê, de São Luís (MA), em 2002. Roteirista e diretor do curta “O Beijo da Meia Noite”, selecionado para o 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2008. Formado em Publicidade, a mistura de fantasia e ficção científica de “O Avesso do Espelho” é sua estreia na literatura.

 

Conheça as redes sociais do autor

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Resenha O Mestre das Perguntas de Juan Molina Hueso

 

Em O Mestre das Perguntas, o autor Juan Molina Hueso apresenta dezessete perguntas feitas pelo próprio Jesus, extraídas do Evangelho.


O que leva o leitor a uma reflexão sobre seus significados e como aplicá-los em suas vidas como:

Expressar gratidão em meio à adoração e a súplicas é o santo remédio prescrito pelo apóstolo para aquietar a alma perturbada;

Quer na vida, quer na morte, se estivermos em comunhão com Ele, a paz de Deus guardará nossas mentes e corações em Cristo Jesus;

Tudo deve ser visto a partir da essência do ser, do interior do coração, dos motivos, das reais intenções.


Sim, a mensagem do Mestre era direcionada para o coração.

Em suas 257 páginas, o autor se apoia em uma escrita fluida, em uma linguagem clara e tocante, fazendo com que as passagens dos textos bíblicos se tornem de fácil entendimento.

A edição feita pela Editora Viseu está linda, trazendo um livro em Capa Dura com algumas ilustrações feitas em nanquim. Um Livro que vale 5 estrelas.


Li esse livro na Leitura Coletiva organizada pela @lcagcomunicacao , tenho em mãos uma obra bem estruturada, com exposições de ideias clara, o texto tem informações relevantes que todo cristão precisa entender que só Jesus é o caminho, a verdade e a luz. 

o livro está disponível para compra na Amazon.


Juan Molina Hueso é casado com Silmara, é pai de Pollyanna, Julianna e Marianna, e avô de 9 netos. 

É médico especialista em Diagnóstico por Imagem, bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Sul-Americana de Londrina, licenciado em História pela Unicesumar e pós-graduado em História das Religiões pela UEM. 

É autor de “Morte - o Maior dos Medos” e “Controvérsias Cristológicas no Curso da História”. 

Também é autor de diversos artigos publicados na “Revista Pensador Cristão” e “Revista Mensagem da Cruz”.

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Romance inspirado pela musicoterapia


Ambientado em uma comunidade japonesa de São Paulo, lançamento ficcional da escritora Juliana Marinho promove o poder da música como intervenção para cura de doenças









A musicoterapia, união da arte e saúde em busca da reabilitação ou promoção do bem-estar, é a responsável pela trilha sonora do romance A Melodia dos Sonhos. Quem escuta é a jovem asiática Sayuri e o pianista Tomás, protagonistas deste romance. Ambientado em uma comunidade japonesa de São Paulo, o lançamento ficcional promove o poder da música como intervenção para cura das doenças.  

O assunto entrou na vida da escritora Juliana Marinho por meio do trabalho de conclusão de curso da pós-graduação em Psicologia Positiva, Ciência do Bem-estar e Autorrealização. A prática é apresentada aos leitores quando Sayuri busca pela musicoterapia para melhorar dos constantes episódios de ansiedade, dores no peito e bloqueio social.  

A música ativa certas regiões do cérebro que estão relacionadas à memória, aprendizagem e atenção. Também libera um produto químico no cérebro
chamado dopamina, que melhora o humor e reduz a ansiedade — ele me explica com propriedade de quem sabe o que está falando.
— Você percebe a transformação do seu corpo com a música, Sayuri?
 
(A Melodia dos Sonhos, pág. 88) 

A protagonista conhece o jovem músico após ser forçada a sair de casa para uma reunião presencial com fornecedores. Devido à dificuldade social, Sayuri trabalha home office e almeja expandir os seus negócios on-line, no ramo de projetos arquitetônicos – o mundo digital é o esconderijo perfeito para que ela oculte as dores e distúrbios. Já Tomás nutre o sonho de fazer parte de uma grande orquestra. A música, além de ser o elo entre eles, será o gatilho de transformação e cura na vida do jovem casal. 

Juliana Marinho é conhecida por escrever o que vive de suas viagens, na história local e sobre os diferentes costumes. Autora de outras três obras “Quatro estações”, “O Vestido de Época e Conexão” e “A Chave do Verdadeiro Amor”, seus livros são um convite ao leitor para passear no cenário narrado, explorar os pontos turísticos e a criatividade. 

FICHA TÉCNICA 
Título: A melodia dos sonhos 
Editora: Lura 
Autora: Juliana Marinho 
ISBN/ASIN: 978-65-8626-76-6
Formato: 14x21cm 
Páginas: 160 páginas 
Preço: R$ 45,00  
Link de compra: Juliana Marinho

Sinopse: Os sentimentos de alegria e gratidão expandem o coração e nos conecta com o todo. Sayuri é uma jovem asiática que mora na cidade de São Paulo e almeja expandir os seus negócios online, no ramo de projetos arquitetônicos. O mundo digital é o esconderijo perfeito para ela ocultar as suas dores e distúrbios. Tomás é musicista e seu maior sonho é viver do seu talento e fazer parte de uma grande orquestra. Estimulado pela avó, ele se inscreve para um teste que poderá mudar o curso da sua vida e de quem cruza com ele. A música além de ser o elo de união entre eles, será o gatilho de transformação e cura na vida do jovem casal. 








Sobre a autora: 

Juliana Marinho é formada em Relações Públicas pela Faap, Pós-graduada em Psicologia Positiva e Ciência do Bem-estar e cursou Civilização Francesa na Université de la Sorbonne, em Paris. Em 2019 participou da Antologia Romântica com o seu conto Elo de Esmeralda, publicada pela editora Lura. Ela nasceu em São José dos Campos e hoje mora em São Paulo com a filha e o marido. 

 Redes sociais:

 


sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Inspirado em tendência norte-americana, evento movimenta a Twitch com "Clube de Leitura"


Maratona literária, que já conta com 4,5 mil inscritos, terá a participação de 30 streamers e será transmitida 24h por dia









Inspirada no movimento que reúne leitores durante o Spring Break, o recesso de Primavera dos estudantes norte-americanos, a Spring Read chegou ao Brasil em 2020, organizada pela youtuber e streamer Karine Leôncio (28), a Kabook.

Com o formato de Maratona Literária, o evento reuniu mais de 3,6 mil leitores na 1ª edição. A nova versão da Spring Read, que acontece entre 11 e 25 de setembro e já conta com 4,5 mil inscritos, deve superar os números alcançados no ano passado.

Realizado com transmissões ao vivo, o evento literário vai sacudir a Twitch, plataforma conhecida entre os gamers, ao reunir uma comunidade engajada de brasileiros de todas as idades.

"Milhares de leitores acompanham nossas lives de leitura. Os streamers se reúnem para ler ao vivo e o público interage com comentários e participam das atividades propostas", conta Karine, organizadora da maratona e destaque da tendência #BookTwitch no Brasil.

Engajamento dos leitores

Durante a Spring Read, os leitores são divididos em times conforme a rotina e disposição de cada um. Eles participam de desafios personalizados que envolvem a escolha e leitura coletiva de obras, como os tradicionais Clubes de Leitura.

Em 2021, o evento terá como temática "No País das Maravilhas" e os times foram divididos seguindo as características dos personagens da obra clássica de Lewis Carroll: Chapeleiro, Coelho e Alice.

"O objetivo é usar os elementos deste universo para que os leitores mergulhem em um novo mundo e encarem o desafio de acelerar suas leituras", explica a streamer.

A força desta comunidade de leitores brasileiros já apresentou resultados. Os participantes colocaram edições de "Alice no País das Maravilhas" e o livro "Sem Coração" de Marissa Meyer, título escolhido para o desafio de leitura conjunta na lista de mais vendidos da Amazon.

Leituras transmitidas 24h

A Twitch, plataforma que compete com o YouTube no mercado de transmissões ao vivo, tem como traço marcante a realização de lives de longa duração e durante a Spring Read 2021 não será diferente.

A maratona literária promovida por Karine Leôncio, a Kabook, será transmitida durante 24 horas diariamente.

"Serão mais de 80 lives em sequência com uma média de 4 horas de duração cada", conta a criadora de conteúdo. "Mais de 30 streamers comandarão o rodízio de transmissões garantindo que os leitores acompanhem em tempo real a qualquer hora do dia", completa.

Evento com patrocinadores de peso

A Spring Read 2021 reúne milhares apaixonados por livros e já atraiu parcerias importantes para movimentar o cenário literário no país.

LC - Agência de Comunicação, maior empresa da América Latina especializada na divulgação de livros, é umas das patrocinadoras da maratona literária.

"A parceria da LC com a Karine e a Spring Read prova que é hora de rever o mito do brasileiro que não gosta de ler. Quando repensamos os formatos, percebemos que é possível despertar o interesse pela leitura, especialmente nos mais jovens", enfatiza a especialista em marketing literário e diretora da LC, Lilian Cardoso.

Este evento concretiza muito o que Lilian e sua equipe acreditam, já que a missão da empresa é fomentar a cultura e incentivar a formação de mais leitores e escritores no Brasil.

Para dar início à maratona literária, uma live com a participação da Lilian Cardoso será realizada nesta sexta-feira (10), a partir das 19h30, no canal da Karine Leôncio (KabookTV) na Twitch.

Durante o bate-papo serão abordados temas como os números positivos do mercado literário no país, os processos de escrita e publicação de um livro e a força das redes sociais para a formação de novos leitores.

Serviço

Apoio e PatrocínioLC - Agência de Comunicação

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Do cristianismo ao budismo: seis livros para quem deseja compreender as religiões


O Brasil é uma nação culturalmente religiosa, onde há um misto de crenças — desde cristãos, judeus, budistas, umbandistas, entre outros. As manifestações dessas religiosidades estão por toda parte, seja nos templos e igrejas, nas festas, feriados religiosos, nos costumes, na fala do povo e também na literatura. Mas muitos ainda têm dúvidas em relação à essas crenças, então, para compreendê-las, separamos cinco livros que vão esclarecer alguns aspectos sobre cristianismo, judaísmo, umbanda e budismo. Confira:







A corrida da fé

A corrida é uma metáfora bastante apropriada para a vida cristã. E não são poucos os momentos em que a jornada mais se parece com uma corrida de obstáculos. Este livro o ajudará a encontrar o encorajamento e a esperança necessários para percorrer, bem preparado, a jornada à sua frente.

(Autora: Trillia J. Newbell | 152 páginas | Valor: R$ 33,90 | Onde encontrar: Amazon)







A Oliveira Natural: as raízes judaicas do cristianismo

O estudioso do hebraico moderno e bíblico, Getúlio Cidade, demonstra de maneira didática, com base primordial na Bíblia, bem como em várias outras referências, em especial a literatura rabínica e acadêmica, a ligação do cristianismo com a nação de Israel, a “Oliveira Natural”, segundo o apóstolo Paulo. Visa revelar à Igreja cristã gentílica suas raízes, um pouco de sua história e o quanto do cristianismo há dentro do judaísmo.

(Autor: Getúlio Cidade | 226 páginas | Valor: R$ 15,73 (eBook) | Onde encontrar: Amazon)







A voz do povo e a voz de Deus

Ágatha Heap analisa vinte ditos populares à luz das Escrituras, o que faz deste livro uma ferramenta de grande valia para uma discussão saudável sobre fé e cultura. Em quais há concordância, discordância ou eventuais ressalvas? É o que você descobrirá nesta obra surpreendente.

(Autora: Ágatha Heap | 112 páginas | Valor: R$ 32,47 | Onde encontrar: Amazon)






Tudo o que você precisa saber sobre Umbanda

Mais que uma religião, é um conjunto de templos com diferenciadas práticas religiosas e múltiplas ramificações. Este livro é, continuando o trabalho iniciado no primeiro volume, uma explicação detalhada a respeito de toda a formação da Umbanda, historicamente, de maneira sucinta e objetiva, descrevendo a estrutura básica de um templo. Questões da doutrina e a prática ritual recebe destaque, são apresentados os Caboclos, Boiadeiros, Marinheiros e baianos, além de outras incorporações da Encantaria Nacional.

(Autora: Janaina Azevedo | Editora: Universo dos Livros | Onde encontrarTocalivros)







Dhammapada: os ensinamentos de Buda

Este é o grande livro sagrado da tradição budista, onde estão reunidos seus mais belos, profundos e poéticos pensamentos. Os ensinamentos morais recitados oralmente por Buda são aqui apresentados na forma de 423 aforismos, que percorrem temas essenciais, como a mente, a vigilância, a felicidade e o afeto, que relembram ao caminhante a efemeridade da vida e a importância de se manter alinhado ao seu propósito.

(Autor: Siddharta Gautama | 272 páginas | Valor: R$ 59,00| Onde encontrar: Amazon)








Agitadores

“Agitadores”, “perturbadores”, “aqueles que causavam confusão”: assim eram chamados os primeiros cristãos da igreja primitiva. Lendo as páginas deste livro, prepare-se para um grande agito espiritual na sua vida. Você será puxado da sua zona de conforto para assumir seu lugar no Reino de Deus e impactar sua igreja local e o mundo!

(Autor: Aleff Amorim | 122 páginas | Valor: R$ 29,90| Onde encontrar: Amazon)

 

terça-feira, 31 de agosto de 2021

Um novo olhar sobre os honorários advocatícios


Em recorte inédito na literatura jurídica, advogada e docente cuiabana aponta direito à verba integral nos casos de sucumbência recíproca e mobiliza categoria







A advogada e docente cuiabana, Wellen Candido Lopes, levanta uma bandeira que vai além das fronteiras do Mato Grosso e pretende mobilizar os profissionais do Direito de todo o país. Com base em um dispositivo legal, previsto no Código de Processo Civil, ela defende o pagamento integral de honorários nos casos de sucumbência recíproca.

Os argumentos são apresentados na obra Honorários 100% – A integralidade dos honorários advocatícios na sucumbência recíproca, publicado pela Lura Editorial. Para mobilizar a categoria, a autora criou uma campanha em um site próprio com textos e vídeos sobre o tema. Nele, estudantes de Direito e advogados também podem acessar e baixar gratuitamente o eBook do livro.

Segundo Wellen, os juízes vêm mantendo o rateamento dos honorários nas decisões judiciais de sucumbência recíproca, que ocorrem quando autor e réu ganham e perdem a causa, a um só tempo. Ela explica que pelo artigo 21 Código de Processo Civil de 1973 era assim, mas isso mudou em 2015 com o novo CPC, que prevê – no caput do artigo 86 – a divisão entre autor e réu somente das despesas, sem fazer referência aos honorários.

“O assunto é de enorme valor apelativo, pois honorários são a fonte de renda do advogado. É sua verba remuneratória e, portanto, o advogado precisa compreender que está perdendo sua renda ao aceitar passivamente o rateio de seus honorários advocatícios”, comenta Wellen.

Para romper com o velho paradigma, a autora se apoia na hermenêutica, a ciência responsável pela interpretação dos textos. Por isso, no livro ela trata a abordagem como um insight, ao questionar o valor semântico na aplicabilidade do artigo 86. A estagnação jurídica, afirma, é um dos problemas a serem superados diante da dinâmica do Direito.

 

Ficha Técnica
Título
: Honorários 100% - A integralidade dos honorários advocatícios na sucumbência recíproca
Autora: Wellen Candido Lopes
Editora: Lura  
ISBN: 978-65-86626-74-2
Páginas: 92
Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 49,90 
Link de venda: site da editora e Amazon

Sinopse: Honorários 100% − A integralidade dos honorários advocatícios na sucumbência recíproca é um “insight” que busca analisar a aplicabilidade do art. 86, “caput” do CPC/2015 e questionar seu valor semântico a partir da hermenêutica jurídica, em busca da “resposta correta”, defendida por Dworkin.






Sobre a autora: Wellen Candido Lopes nasceu em Cuiabá (MT). É advogada desde o ano de 2004. Bacharel em Direito pela Universidade de Cuiabá. Licenciaturas em Pedagogia e Sociologia pelo Centro Universitário Internacional Uninter. Doutorado em Ciências Jurídicas e Sociais (UMSA). Docente nas áreas do Direito e Educação.

www.honorarios100.com.br
Instagram: @wellencandidolopes

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Como pequenas ações impactam o todo?


Depois de presenciar um assalto enquanto pregava no ônibus e acalmar passageiros, Aleff Amorim lança livro que encoraja as pessoas a encontrarem seu espaço no mundo








Quando Aleff Amorim tinha 17 anos recebeu um chamado. Ao percorrer o caminho de volta para casa na linha 459, começou a pregar. Tinha proferido as primeiras palavras e o inesperado acontece: homens armados entraram no ônibus. Se isso não era um sinal, nada mais poderia ser.

Os assaltantes colocaram facas no pescoço do motorista e leveram os pertences dos passageiros. Havia precipícios na lateral da estrada e, como o ônibus ia de um lado para o outro devido às ameaças, os passageiros gritavam desesperados.

Por não ter sido roubado, Aleff conseguiu se recompor e continuar pregando. As palavras não apenas acalmaram os outros passageiros, mas marcaram para sempre a vida do jovem. O fato é relatado em detalhes no livro Agitadores, lançamento do escritor e teólogo Aleff Amorim pela editora Autor da fé.

“Eu estava diante de um ambiente tomado pelo caos, e experimentava um desespero que, antes, só havia visto nas telas de cinema... De repente, a única coisa que víamos era o ônibus reduzindo a velocidade por causa das ordens dadas pelos homens armados. Enquanto o veículo parava devagar, mas ainda em movimento, esses homens saltaram, mas o clima pesado e de terror ainda estava ali”
(Agitadores, p. 41)

Com uma linguem simples e moderna, as 160 páginas do livro de Aleff trazem ensinamentos e testemunhos que vão encorajar todos a encontrarem seus espaços no mundo.  Ao final de cada capítulo, o escritor reserva um espaço para que o leitor coloque em prática o que aprendeu. Além disso, disponibiliza um QR Code que apresenta um vídeo para se aprofundar na obra.

Aleff escolheu o nome Agitadores porque quis fazer uma analogia aos primeiros cristãos. Estes eram chamados de “perturbadores” e os que “causavam confusão” por onde passavam. Ainda assim, impactavam multidões e, por mais que eram perseguidos, nunca desisitiam de deixar suas marcas.

Ficha técnica
Livro: 
Agitadores
Autor: 
Aleff Amorim
Editora:
 Autor da Fé
ISBN/ASIN: 6-586-65893-4
Formato: 14x21
Páginas: 160
Preço: 24,90
Link de venda: https://aleffamorim.mercadoshops.com.br
Link na Amazonhttps://bit.ly/agitadoresaleff







Sobre o autor: 

Aleff Amorim Almeida nasceu na cidade de Manaus no dia 25 de outubro de 1993. Cursou Teologia com ênfase em Missões no CTMDT -Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono. É bacharel em Teologia pela Universidade UNICESUMAR. Casado com Aline Lima Almeida, tem dedicado sua vida a espalhar as boas novas da salvação, treinando jovens e adolescentes para que assumam sua missão de transformar o mundo com o poder do Evangelho. Sua mensagem tem ênfase na centralidade de Cristo e na vontade de Deus em liberar o avivamento sobre as nações da terra. É também autor do livro “Sempre foi sobre Jesus”.

Redes sociais do autor

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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

"Falar sobre amor-próprio é falar sobre verdade, autoestima e confiança"


Em entrevista inédita, proeminente autora carioca Camila Haik comenta a importância de se priorizar, tema abordado no livro "meu sonho me contou"













Para amar o outro, é necessário primeiro aprender a amar a si mesmo. Em meu sonho me contou, Camila Haik empresta o nome para a protagonista, que embarca em uma jornada de autoconhecimento e amor-próprio. A história começa quando a carioca conhece Miguel, um marinheiro que se aventura pela imensidão do mar e pelas ondas do Rio de Janeiro.

O enredo relaciona momentos comuns da rotina com reflexões sobre a vida e os sentimentos. Na narrativa, o leitor é quase personagem, uma espécie de ouvinte dos desabafos e conselhos de Camila, enquanto a instigante história de amor se desenrola.

Em entrevista inédita, a autora conta detalhes da produção da obra e traz reflexões sobre a vida e a forma de enxergar o próximo, além de comentar os motivos que a fizeram escolher os temas abordados no enredo. Confira:

Por que você decidiu entre tantos gêneros escrever este? Teve algum escritor ou escritora como inspiração?

Decidi escrever nesse gênero porque foi o que fluiu para mim. Eu sonhei, acordei e escrevi. Foi o que eu senti mesmo. Quanto à inspiração, acredito que tenha sido a Rupi Kaur, que me inspira a escrever com o coração.

Quando e como surgiu sua paixão pela escrita?

Minha paixão pela escrita surgiu desde que aprendi a escrever. Comecei escrevendo música, depois fui para a poesia e tudo fluiu para os textos. Um grande incentivador da minha carreira de escritora foi o Tumblr. Amava publicar meus textos lá!

Quais são os desafios de ser escritor(a) no Brasil?

O reconhecimento. As pessoas, infelizmente, não se interessam por autores nacionais, porque pensam que são ruins. Então penso que o maior desafio do escritor nacional é o reconhecimento, é fazer todo mundo ler e valorizar o seu trabalho. No Brasil, a cultura é desvalorizada. Precisamos mudar isso!

Como surgiu a inspiração para criar este livro? Qual foi a motivação?

Foi um sonho! Eu sonhei, acordei e escrevi. E a motivação foi a história. Achei lindo como a minha imaginação fluiu enquanto eu escrevia. O desejo de contar essa aventura para o mundo foi a minha maior inspiração. O nome, "meu sonho me contou", vem daí.

“Meu sonho me contou” fala muito de amor-próprio. Qual a importância de abordar o tema?

É importante porque nós não somo ensinados a isso. Ninguém nos conta que, para amar o outro, a gente precisa primeiro amar a gente. Tudo nos condiciona a anular os nossos desejos, as nossas vontades, os nossos sonhos, enfim, para beneficiar o outro. E isso não é bom, né? Falar sobre amor-próprio é falar sobre verdade, sobre autoestima, sobre confiança. É acreditar em quem a gente é e batalhar todos os dias para ser a nossa melhor versão. Não é sobre se olhar no espelho e se achar incrível; é se achar incrível e ter certeza de que é incrível independente dele.

A protagonista também se chama Camila. Ela foi inspirada nas suas próprias vivências?

Sim! Muito do que a Camila vive, eu já vivi. Ela é eu em outro universo, eu acho. Quase que um "Camilaverso". Hahaha!

Você fez alguma pesquisa para escrever o livro, qual? Quanto tempo levou para escrevê-lo?

Não fiz pesquisa, porque tudo foi muito baseado nas minhas experiências. Quase como uma vida de pesquisa. E eu levei duas semanas! Socorro! Foi tudo muito rápido e o processo foi especial demais.

Você escreveu essa obra pensando em qual público-leitor?

Jovem-adulto. São pessoas que estão à procura de se apaixonar por elas mesmas.

Além desse lançamento, você pretende publicar outros livros ou uma continuação para a história?

Pretendo publicar outros livros, sim! Inclusive, já estou escrevendo outros. Quanto a continuação para a história, digo que sim, terá outro livro relacionado a "meu sonho me contou", mas não vai ser bem uma continuação… Precisa ler para entender.








Ficha técnica: 
Título: Meu Sonho Me Contou 
Autora: Camila Haik  
ISBN: 978-65-00-21266-2 
Páginas: 204 
Formato: 14x21 cm  
Preço: R$ 37,97 e R$ 9,90 (eBook) 
Links de venda: Uiclap e Amazon 

Redes sociais: 
Facebook: Camila Haik 
Instagram: @camilahaik   
Site: www.camilahaik.com 


segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Pluralidade sexual é tema de ficção científica para jovens


"Colmeia" transporta leitores para o ano 2130 e mistura distopia, intolerância e romance LGBTQIA+

A pluralidade sexual ganhou as páginas dos contos, romances, distopias e até mesmo das ficções científicas. As narrativas LGBTQIA+ são mais que um espelho da vida real, oferecem aos jovens a oportunidade de se tornarem visíveis, tanto para quem escreve como para os que leem. Um exemplo desta busca por representatividade é Colmeia, o primeiro conto da série futurista Cyberflix.

A aspirante a cientista Abbie é impedida de viver um grande amor por ser bissexual. Para conseguir se encontrar com Mel, dedica todo o seu conhecimento no projeto Colmeia, uma tecnologia que promove o encontro de casais afastados por meio da realidade virtual ao melhor estilo black mirror.

“Em momentos assim, lembro das aulas de história e como algumas coisas não mudam, só se camuflam. Afinal, quem poderia pensar que o país sede da maior corporação do mundo poderia ser tão imundo?” (Colmeia, p. 14)

Em uma sociedade destruída socialmente, Abbie precisa lidar com a intolerância e a relação conturbada com os pais que não aceitam a sua bissexualidade. Uma representação da problemática familiar tão comum aos que buscam a aceitação da sexualidade em casa.

Um tabu atual, mas que no eBook é narrado em 2130. Um futuro ainda sombrio e sem avanços quando o assunto é empatia e amor ao próximo. A saga de Abbie e Mel, que terá continuação com o conto A outra, é escrita por uma jovem de 19 anos chamada Hunter.

Ficha Técnica
eBook: Colmeia
Autora: Hunter (pseudônimo)
ISBN/ASIN: 978-65-00-22187-9
Preço: R$ 5,00 (gratuito no Kindle Unlimited)
Link de venda na Amazonhttps://bit.ly/ebookcolmeia

Sinopse: Abbie é uma aspirante a cientista, que graças a seus pais homofóbicos é impedida de ficar com sua namorada Mel. Então se vê tendo de reunir seus conhecimentos no projeto Colmeia, uma realidade virtual de encontros para casais afastados. Esse conto pertence ao projeto Cyberflix, histórias que se passam anos no futuro, retratando uma sociedade futurista e destruída socialmente. Onde cada conto se conecta de alguma forma, contando aos poucos, os podres mais profundos desse universo.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Resenha do livro Um Lugar Chamado Pambenil do Autor Moacir Valle Jr por Nilton Alves

 

Em Um Lugar Chamado Pambenil, o autor Moacir Valle Jr chama a atenção para a questão das Doenças Psicológicas, nos apresentando a Xerxes um personagem com um grave problema: seu cérebro não retém fatos recentes.


O autor usa seu amor por futebol para criar uma narrativa envolvente enquanto dar várias dicas de filmes para o leitor.


Em suas páginas, o autor se apoia em alternar vários pontos de vista narrativos, levando o leitor a criar várias teorias do que está acontecendo, se perguntando se tudo aquilo é real ou só fazer parte da alucinante viagem de Xerxes.



Ficha Técnica:

ISBN 9788530003074
E-ISBN 9788530003081
Páginas 288
Edição número 1
Edição ano 2019
Editora VISEU 

Um Lugar Chamado Pambenil é Romance Psicológico com um misto de Thriller e Comédia, uma obra bem estruturada em um texto interessante com personagens cativantes e citações bem reflexivas como:


“Memória não está no cérebro onde procuram, mas no coração”


“Somos cruéis, violentos, sádicos, invejosos, gananciosos e corruptos”


“O que você faria para ser imortal? Eu faria qualquer coisa, menos vender minha alma”


O que o leitor vai encontrar nesta obra é um personagem que esconde de si suas próprias qualidades, que não parecem ser poucas para não precisar agir a respeito e uma cidade fictícia onde o povo não gosta de religião, não pratica futebol e nem assiste Tv.


Estou aqui com minha taça de licor na mão, acabo de dar 5 estrelas para essa obra e te convido a junto de Xerxes buscar um boticário desaparecido num obscuro vilarejo perdido no tempo. Agradeço a L C Agência por mim selecionar para participar dessa leitura coletiva e ao autor pelo encontro que tivemos para debater um pouco sobre a sua obra.


link para comprar:https://www.eviseu.com/pt/livros/795/um-lugar-chamado-pambenil/


Sobre o Autor:



Moacir Valle Jr, natural de Campinas, reside em Brasília, onde trabalha com inovação. É facilitador de Design Thinking e está à frente do Laboratório de Inovação dos Correios. Dirigiu peças de teatro em Brasília, São Paulo e Florianópolis. Escreve crônicas no Blog Cobra Parada Não Engole Sapo, em geral sobre cinema. Viveu intensamente o futebol nos anos 70, acompanhando de muito perto sua gloriosa Associação Atlética Ponte Preta.

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Brasil: o fã nº1 de Doramas nas Américas


 *Katherine Laura Leighton









Segundo pesquisa realizada pela Fundação Coreana para Intercâmbio Cultural Internacional, entre o período de setembro e novembro de 2020, que mostra o Brasil em terceiro lugar onde houve maior aumento de audiência dos doramas coreanos (as dramatizações televisivas do leste asiático). Logo em seguida aparecem Emirados Árabes Unidos e Taiwan, ou seja, somos o primeiro país das Américas que mais consome produções televisivas de origem asiáticaMas a que se deve o aumento no consumo desse tipo de conteúdo? 

Em parte, devido ao incentivo promovido pelo próprio governo coreano, que identificou uma oportunidade de gerar riqueza – refiro-me aqui à produção de valor monetário para a sociedade, inclusive como forma de emprego para muitas pessoas envolvidas nas atividades interligadas direta e indiretamente ao meio artístico, além de atrair turistas. As grandes empresas de entretenimento investem tempo e dinheiro no treinamento maciço de seus astros, revelando talentos musicais altamente qualificados. Também podemos afirmar que estão muito próximos da perfeição, pois muitas novas histórias têm enredos instigantes e efeitos dignos de Hollywood.

Mas, será que apenas investimento é suficiente para conquistar um público tão grande assim? A meu ver outros fatores contribuem para o sucesso da Hallyu, como o amplo acesso à internet e os serviços de streaming que permitiram a globalização das produções cinematográficas, séries e outros conteúdos televisivos de diversas origens. Antes nos limitamos aos conteúdos hollywoodianos e alguns europeus, agora temos uma gama ilimitada ao nosso alcance.

A diferença cultural, que gera curiosidade sobre os aspectos opostos aos nossos e que também nos ensina a quebrar paradigmas, acredito que possa ser outro fator. Afinal, podemos agregar o que é bom às nossas práticas. O “cômico” se faz presente em todos os gêneros dramáticos das produções coreanas, até mesmo em séries de ação, aventura e alguns suspenses. A doçura e a gentileza que, por aqui parecemos ter esquecido, são amplamente demonstrados nesse tipo de série, em especial nas coreanas. Gestos que conquistam, principalmente, o público feminino de todas as idades.

Outra informação da pesquisa corrobora com a afirmação acima, quando mencionamos os três gêneros mais consumidos: comédia romântica, séries estreladas por idols (o termo se refere a membros de grupos K-pop) e fantasia. Os números revelam que 85% do público consumidor é feminino. É notório que esse público é o maior consumidor de romances independente do formato. O escritor Nicholas Sparks é uma das provas mais famosas disso, emplacando sucesso atrás de sucesso com seus livros e adaptações cinematográficas. E, convenhamos, conteúdos leves e/ou cheios de magia são perfeitos para relaxar, além de nos transportarem para outro mundo bem longe da realidade pesada do nosso dia a dia. 

Se você tem curiosidade, mas por receio ainda não deu uma chance aos doramas, te convido a repensar e a conhecer. Há inúmeras opções disponíveis nos serviços de streaming como Netflix ou em plataformas gratuitas: Viki Rakuten, Kocowa e We TV. Então, pronto para entrar no mundo dessas produções?

*Escrito por Katherine Laura Leighton, que desde 2018 se rendeu aos doramas e é autora dos romances Um Coreano em Minha Vida, Todas as Vidas de um Coração e Guardado em Mim.

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

As razões por trás da violência nas grandes cidades


Ex-repórter investiga por conta própria assassinato contra professora universitária em "Ambição que Mata", obra do romancista policial Joaquim Rubens Fontes








O final trágico de Cida, em Ambição que Mata, poderia ser a história de muitos professores. O Brasil já foi apontado como o país com o maior número de casos de agressões contra estes profissionais. A ficção do premiado e pós-doutor em romance policial, Joaquim Rubens Fontes, tem justamente este propósito: discutir os problemas da vida e da violência nas grandes cidades. 

Na história, a misteriosa morte da professora universitária impactou todo o Rio de Janeiro. Atingida por um tiro na nuca, Maria Aparecida foi encontrada dentro do próprio carro. Em meio a uma busca policial repleta de falhas, um ex-repórter decide investigar o assassinato por conta própria para que a filha da protagonista não fique desamparada.

O drama se desenvolve com a luta da mãe de Cida, dona Teresa, para assumir a guarda da neta. Principal suspeito do crime, Alcindo quer ficar com a filha interessado na herança deixada pela ex-mulher, que já era explorada financeiramente por ele. No meio do imbróglio, velhos amigos e antigos amantes de Cida aparecem como suspeitos.

Temos a ficha de todos os assaltantes que agem nesta área, principalmente moradores da Rocinha, do Cantagalo, do Pavão e Pavãozinho e do Santa Marta. A equipe do investigador Edgar está fazendo uma caçada naqueles morros e, não temos dúvida, já nas próximas horas os resultados deverão começar a aparecer. (Ambição que Mata, p. 24)

As expectativas do delegado Gomes Filho, porém, não se confirmam. Sem pistas para seguir, a polícia estava prestes a encerrar as investigações. O caso, então, atrai os olhares de Da Mata, um misto de jornalista, professor e investigador. Contratado por parentes e amigos de dona Teresa, ele toma frente da investigação para descobrir quem é o assassino.

Ambição que Mata apresenta a construção exata do modelo de romance policial preferido do leitor brasileiro, da contextualização do crime ao desfecho. Inspirado em autores como Edgar Allan Poe, o pai do gênero, Joaquim Rubens Fontes segue a fórmula de sucesso baseado nas pesquisas efetuadas para sua tese de pós-doutorado em romance policial, na UERJ.

Ex-professor, jornalista e contista, o romancista é autor de 18 livros, entre os quais “Nas Cordas do Violão”, vencedor do concurso Letras Brasileiras, em 2015, e “A joia desaparecida: romance policial”, vencedor do Prêmio da União Brasileira de Escritores, no mesmo ano.

Ficha Técnica:
Título
: Ambição que Mata
Autor: Joaquim Rubens Fontes
ISBN: 979-8671170801
Páginas: 236
Formato: 23x16
Preço: R$ 45
Link de venda: 
Amazon

Sinopse: Cida é uma professora, que se envolve amorosamente com traficantes perigosos e implacáveis. Quando ela é brutalmente assassinada, Da Mata, um ex-repórter com gosto pela investigação decide ajudar um amigo advogado, na defesa dos espólios da professora, para que sua única filha não fique desamparada. Sem testemunhas, provas ou pistas, e sem contar com a polícia, que apenas assiste, eles terão que enfrentar uma terrível guerra contra o ex-marido, namorados e outros poderosos com interesses escusos pelos bens de Cida.







Sobre o autor: Natural de Minas Gerais, Joaquim Rubens Fontes, 83 anos, é jornalista, ex-professor, contista e romancista. É PhD em Romance Policial pela UERJ, mestre e doutor em Letras Vernáculas UFRJ e especialista em Filosofia Medieval pela Faculdade São Bento.

Entre os 18 títulos publicados estão “Nas Cordas do Violão”, vencedor do concurso Letras Brasileiras, em 2015, “O Universo da Ficção Policial”, com a tese de pós-doutorado em Ficção Policial, e “A joia desaparecida: romance policial”, vencedor do Prêmio da União Brasileira de Escritores, em 2015.

Redes Socias:
Facebook: Joaquim Rubens Fontes
Site: https://www.joaquimrubensfontes.com.br/

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Resenha do Livro Trono de Cangalha do autor Aroldo Veiga por Nilton Alves

Resenha do Livro Trono de Cangalha do autor Aroldo Veiga publicado em 2021

Livro da Leitura Coletiva organizada pela L C Agência




Em Trono de Cangalha, o autor Aroldo Veiga fez uma ótima pesquisa e soube passar para o leitor em forma de denuncia as barbaridades que ocorriam durante a ditadura, o cangaço também é abordado em sua obra mas em forma de analogias. é um livro que desperta no leitor o sentimento de reflexão. 


Com uma narrativa envolvente, um texto bem estruturado e sem pontas soltas, Aroldo nos leva em uma viagem de desventuras em série de um personagem que não tem nada de mocinho. Laércio foi forjado desde pequeno na dura realidade das pessoas que se encontram na margem da sociedade. um personagem forte e determinado, com um passado sofrido. 

 

Confira a Sinopse:


Laércio Ramalho nasceu na Caatinga, e para a zona urbana, levou a luta iniciada por seus antepassados cangaceiros – os únicos heróis que compuseram a sua infância. Ainda jovem, esbarrou-se com a truculência do governo militar, e nas fímbrias de um passado turbulento, perdeu o seu grande amor.  Entre expropriações bancárias, torturas e fugas eletrizantes, o nosso anti-herói segue às margens da sociedade, impelido pelo legado justiceiro que borbulha em suas veias, conforme se equilibra em uma linha tênue que oscila entre criminalidade e heroísmo. Sua história adentra pelas duas décadas seguintes e, na contramão da previsibilidade, avança para um desfecho surpreendente. 


Trono de Cangalha é um Romance Sergipano cheio de reviravoltas, dividido em 6 capítulos. 240 páginas, no formato 15cm x 21cm, tem uma diagramação boa e uma capa linda que tem tudo haver com a história lida.  


Uma obra organizada e muito bem desenvolvida, possui um final surpreendente que nos faz refletir bastante sobre escolhas e consequências, sobre luta e com quem andamos. 


A obra traz um vocabulário mais rebuscado, eu gosto de obras assim pois palavras rebuscadas deixa o vocabulário refinado e amplo. 


A narrativa é em primeira pessoa e é feita por Laércio. 


Dou 5 estrelas e super indico para todos. Agradeço a L C Agência pela Parceira e por promover no final da leitura um bate-papo com o autor.


SOBRE O AUTOR 





Aroldo Veiga nasceu em Aracaju. Graduou-se em Educação Física pela Universidade Federal  de Sergipe. Fez especialização em Língua, Linguagem e Literatura pela Universidade Tiradentes. Atualmente trabalha como professor na rede pública de ensino. Trono de Cangalha é a sua primeira produção literária.


site do autor:

https://www.aroldoveiga.com.br/

Os mil e um enigmas arqueológicos


Objetos controversos como o Mapa de Piri Reis e o helicóptero de Abydos fazem de "Uma Ponte para Istambul" uma enciclopédia histórica em meio a um romance sobre a busca da identidade








Em 1929, um fragmento do mapa mundi foi encontrado em uma prateleira empoeirada do palácio Topkapi, em Istambul. Confeccionado em 1513, sobre couro de gazela, o objeto suscitou muitas questões. Por exemplo, a Ilha de Marajó que aparece em destaque só seria descrita oficialmente pelos portugueses em 1530. Como, então, um almirante turco poderia saber tantos detalhes da costa brasileira quase duas décadas antes?

O Mapa de Piri Reis é um dos enigmas do mundo real transplantados para a ficção Uma Ponte para Istambul. O romance da escritora Maria Filomena Bouissou Lepecki tem o enredo entrelaçado a este e outros quatro objetos arqueológicos: o helicóptero de Abydos, do Egito; o aeroplano de Saqara, que se encontra no Museu do Cairo; as baterias de Bagdá; e a moeda fenícia  com um possível mapa mundi microscópico disfarçado de grama sob as patas do cavalo.

Estes Ooparst - Out of place (and time) artifacts - ajudam a contar a trajetória de Catarina, ou Arzu, uma jovem professora de História do Brasil que viaja para Istambul à procura das próprias origens. Ao confrontar sua metade turca em um palácio Otomano do século XIX, ela experimenta uma aventura insólita que a transporta no tempo.

"A cozinha do palácio me pareceu muito estranha. Contei oito mesas. Nas seis mais próximas, cortavam peixes e descascavam vegetais. Nas duas últimas, misturavam leite, frutas secas e especiarias. Grandes baldes de água eram constantemente esvaziados e repostos em uma espécie de pia de pedra na parede do fundo, onde uma grande quantidade de copos e bandejas redondas de metal dourado estavam sendo lavados. Não vi eletrodomésticos, apenas fumaça saindo de grandes caldeirões e paredes enegrecidas pelo fogo. Mais para o canto, havia uma pilha alta de lenha cortada, que chegava quase até o teto. Alguma coisa estava errada." (Uma Ponte para Istambul, p. 13)

Concomitante à experiência de conhecer a vida no harém dos sultões, a protagonista intercala relatos que transportam o leitor para o Brasil, mais especificamente a Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Objetos e cheiros ativam as memórias de Arzu sobre a zona sul da cidade, onde a professora lecionava para adolescentes em um colégio particular, a duas quadras do mar.

Não por coincidência, Ipanema foi um dos endereços da escritora Maria Filomena Bouissou Lepecki. Nascida em Cuiabá, morou ainda em Brasília, Recife e Vinhedo, no interior paulista. Foi nesta cidade que escreveu sua primeira ficção, “Cunhataí – um romance da Guerra do Paraguai”, obra vencedora de três prêmios e que rendeu outras três teses acadêmicas.

A autora revelação 2003 pela FNLIJ - Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil  - viveu também na Malásia e África do Sul. Por lá e no Oriente, realizou pesquisas in loco já em busca de uma perspectiva literária. Foi assim que aprendeu noções de zulu, bahasa malaio, alemão e francês, além de falar  inglês e espanhol. Médica por formação, abraçou oficialmente a carreira literária.

Ficha técnica

Título: Uma Ponte para Istambul
Autora: Maria Filomena Bouissou Lepecki
ISBN: 978-65-5899-175-5
Páginas: 208
Formato: 16x23cm
Preço: R$ 19,00
Link de venda: Amazon






Sinopse: Arzu é uma jovem professora de História do Brasil, que viaja para Istambul à procura de suas origens. Ao confrontar sua metade turca em um palácio Otomano do século XIX, experimenta uma aventura insólita que a transporta no tempo. Uma adaptação difícil e a sobrevivência exigem toda a sua atenção, porém são os mistérios arqueológicos e os objetos impossíveis descobertos que a instigam, levando a uma conclusão inesperada: a busca individual por raízes deveria ser a indagação coletiva de toda a humanidade. Uma ponte para Istambul é também uma ponte entre o Ocidente e o Oriente, passado e presente, verdade e imaginação.

Redes sociais da autora: Instagram