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sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Dia do Leitor: passo a passo de como fazer seu planejamento de leitura para 2022

Book advisor traz dicas de como se programar para ler mais

Perder peso, se alimentar melhor, ler mais: essas são algumas das resoluções de ano novo mais comuns. Mas para atingir esses objetivos durante o ano é preciso fazer um bom planejamento. No caso da leitura, é normal não conseguirmos manter um ritmo periódico e ler todos os livros que gostaríamos. Isso acontece por não termos um plano de leitura.

Diversos estudos já pautaram  benefícios da leitura além da aquisição dos conhecimentos apresentados nos livros. Como exemplo, um levantamento feito pela Universidade de Northwestern em 2013 mostrou que quem lia com frequência apresentava menor declínio cognitivo do que quem não tinha esse hábito.

“Esses levantamentos mostram que a importância de manter o hábito de leitura em dia pode trazer mais benefícios do que imaginamos. Nesse sentido, reforço ainda que um bom escritor é também um bom leitor, pois a leitura de outras obras faz o autor se apoderar de novas formas de aumentar seu vocabulário, melhorar sua capacidade de raciocínio e conhecimento na área”, complementa Villela, também apresentando o lado positivo que a leitura traz para as pessoas que querem escrever seus próprios livros. 

Para celebrar o Dia do Leitor, comemorado em todo dia 7 de janeiro, Eduardo Villela, book advisor e profissional com mais de 16 anos de experiência no mercado editorial separou um guia passo a passo para fazer um planejamento de leitura. Confira:

  • Defina quais livros deseja ler durante o ano e divida pela quantidade de meses. Por exemplo, caso você tenha escolhido 20 livros, terá que ler mais de um livro por mês. Separe mais tempo para ler os livros maiores ou mais complexos;
  • Tenha em mente épocas do ano que poderá se dedicar mais ou menos à leitura. Por exemplo, em época de provas ou mais intensas de trabalho você sabe que não terá tanto tempo para ler os livros que planejou. Por outro lado, nas férias poderá pôr a leitura em dia;
  • Tenha o seu plano de leitura por escrito. Fica muito mais fácil de manter o planejamento e saber, exatamente, qual livro vai ler e quando;
  • Mantenha o ritmo da leitura. O ritmo vai depender muito da quantidade de livros escolhidos. Você pode dividir a sua leitura pela quantidade de páginas ou capítulos de cada livro. Outra forma é definir quanto tempo vai ler por dia ou por semana;
  • Escolha um local tranquilo para fazer a sua leitura. É muito fácil se distrair em ambientes barulhentos. Outra dica é manter o celular afastado.

“Um dos sentimentos que temos ao ler um bom livro é a sensação de estar imersos na história, criando uma conexão mais forte com as personagens e os acontecimentos nos quais elas se envolvem”.

Eduardo Villela é Book Advisor e assessora pessoas, famílias e empresas na escrita e publicação de seus livros. Trabalha com escrita e publicação de livros desde 2004. Já lançou mais de 600 livros de variados temas, entre eles comportamento e psicologia, gestão, negócios, universitários, técnicos, ciências humanas, interesse geral, biografias/autobiografias, livros de família e ficção infantojuvenil e adulta.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Netshoes lança campanha de Natal com rena que não aceita presente sem graça


Personagem, que será o mascote da marca no período natalino, reúne humor, sarcasmo e presentes Netshoes

São Paulo, 09 de dezembro de 2021 - A campanha de Natal da Netshoes, maior e-commerce esportivo do país, será estrelada por uma rena do Papai Noel que, de maneira bem-humorada, não aceita presentes sem graça e mostra que presentear com itens esportivos é a melhor escolha neste natal. A nova mascote da marca faz parte de uma série de ações da empresa para este fim de ano.

O primeiro filme da campanha mostra a rena desligando o videogame da tomada e dando presentes esportivos para a criançada que não sai da frente dos jogos eletrônicos. No segundo filme, a mascote salva o Natal de uma mãe, que ganha presentes enfadonhos, com um presente da Netshoes. “Criamos uma personagem que une humor e ação a um dos principais símbolos natalinos, a rena”, diz Gabriele Claudino, gerente de branding da Netshoes. A campanha será veiculada nos canais ESPN e em todas as redes sociais da marca -- Facebook, Instagram, TikTok e Linkedin. 

Até o dia 23 de dezembro, toda a loja estará com presentes a partir de 19,99 reais, descontos progressivos (10% de desconto nas compras acima de 200 reais, 15% nas compras acima de 250 e 20% acima de 300) e a promoção especial de um item por 10 reais. Nesta última, o consumidor escolhe dois produtos de uma lista de produtos pré-selecionados e paga apenas 10 reais pelo segundo item.  

A campanha também será impulsionada por influenciadores de diferentes nichos. As ações promocionais são válidas para compras realizadas pelo site ou aplicativo Netshoes. 

Sobre a Netshoes

A Netshoes é o maior e-commerce esportivo do país. Com quase 2 mil colaboradores, ainda contempla as marcas Zattini e Shoestock e oferece um amplo portfólio de produtos e serviços nas categorias de esporte, moda e beleza. A empresa também opera mais de 15 e-commerces no Brasil, como as lojas oficiais da NBA, Free Lace e Kappa, e de importantes lojas de clubes de futebol do país, como São Paulo Mania, ShopTimão, InterShop, ShopVasco, Santos Store e Loja da Chape. Em 2019, a Netshoes passou a fazer parte do Magalu, reforçando o comprometimento da empresa com o consumidor e a visão de ser referência global em experiência de compra on-line por meio de inovação e conectividade em multiplataformas.

Em sua 3ª edição, "Respira São Carlos" promove mutirão de vacinação contra a Covid-19 e traz programação gratuita para toda a família


Evento acontece no domingo (12), das 8h às 12h, no SESI São Carlos, e conta com atividades físicas, serviços e orientações de saúde

O evento acontece no domingo (12) das 8h às 12h - Crédito: Fúlvia Gibertoni

“Respira São Carlos” chega à sua terceira edição no domingo (12). Das 8h às 12h, quem comparecer ao SESI São Carlos poderá tomar a vacina contra a Covid-19, além de aproveitar atividades e serviços gratuitos para toda a família.

O evento, que é oferecido pela Prefeitura de São Carlos e realizado pela O. A. Eventos, empresa do Grupo EP, tem como objetivo fortalecer o combate à pandemia na cidade. No caso da imunização contra o coronavírus, a aplicação seguirá o calendário preestabelecido pelo município.

Nesta edição, as primeiras mil pessoas a tomarem a 1ª, 2ª ou doses adicionais da vacina contra a Covid-19 receberão um picolé; já os 200 primeiros vacinados com alguma das doses durante o evento ganharão um day use, ou seja, um uso durante o dia no SESI.

A população poderá, ainda, atualizar as seguintes vacinas de rotina: hepatite B, SCR, dupla adulto, HPV, febre amarela e meningocócica ACWY.

Atividades e serviços

Além da imunização, o evento contará com serviços de saúde gratuitos, como avaliação nutricional e postural e aferição de pressão arterial. Também serão oferecidos cortes de cabelo masculino e feminino, design de sobrancelhas e esmaltação.

“Respira São Carlos” contará com cortes de cabelo masculino e feminino, design de sobrancelhas e esmaltação - Crédito: Fúlvia Gibertoni

O público também poderá cuidar do corpo participando das aulas livres de Dança Fit e Mat Pilates, bem como da caminhada, massagem e Espaço Zen. Para as crianças, haverá brinquedos e distribuição de algodão doce e pipoca.

Sobre o evento

Respira São Carlos é um oferecimento da Prefeitura Municipal de São Carlos, com realização da O.A. Eventos, empresa do Grupo EP, e conta com apoio do Serviço Social da Indústria (SESI) de São Carlos, Centro Universitário Central Paulista (UNICEP), Fundação Educacional São Carlos (FESC), Instituto Mix de Profissões e Sorvetes Bêjo.

O evento é uma iniciativa da EPTV e rádio CBN São Carlos, com apoio de mídia dos portais de notícias acidade on e g1.

Obedecendo às normas contra a Covid-19 estabelecidas pelas autoridades sanitárias, o Respira São Carlos contará com totens de álcool em gel e aferição de temperatura no local.

Serviço

3º Respira São Carlos

Data: 12/12 (domingo)

Horário: das 8h às 12h

Local: SESI São Carlos - Rua Coronel José Augusto de Oliveira Salles, 1.325, Vila Izabel

Participação gratuita

Sobre o Grupo EP - Credibilidade é tudo

Grupo EP é formado por empresas dos setores de mídia (EP Mídia – EPTV, sites Globo e ACidade ON, rádios CBN e Jovem Pan, OA Eventos e participação na Rede Bahia), agronegócio (EP Agro - Ester Agroindustrial, empresa centenária do setor sucroalcooleiro controlada pela mesma família) e investimentos digitais e de tecnologia (EP Ventures), além do Instituto EPTV, responsável pelas ações de responsabilidade social do grupo.

EP Mídia é formada por um conglomerado de mídia fundado pela família Coutinho Nogueira em Campinas (SP), há 41 anos, e com atuação nas regiões de Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Central (SP) e Sul de Minas. Fazem parte as emissoras de TV e afiliadas da Globo: EPTV Campinas, EPTV Ribeirão, EPTV Central e EPTV Sul de Minas e sites Globo. Além da atuação em TV, o Grupo EP marca presença no rádio: CBN Ribeirão, CBN Araraquara, CBN São Carlos e Jovem Pan Ribeirão. Neste portfólio multiplataforma do Grupo EP fazem parte também o portal ACidade ON, com foco no hiperlocalismo, e a empresa de eventos Oceano Azul. Este conglomerado de mídia alcança mais de 12 milhões de telespectadores e representa 7,07% do consumo de todo o país. (Fonte: Cobertura EPTV 2020 | IPC Maps 2020). 

O Grupo EP tem também participação societária na Rede Bahia. 

Redes sociais: @negocios.ep

Sites: https://negocios.empresaspioneiras.com.br/

https://www.empresaspioneiras.com.br/

terça-feira, 9 de novembro de 2021

Diversidade de autores cresce no mercado de livros

Ascensão é reflexo da mudança no perfil dos leitores


Está acontecendo um crescimento muito positivo e relevante do número de livros escritos por autores, vistos ainda em nossa sociedade, infelizmente, como parte de ‘minorias’. Alguns títulos, inclusive, têm alcançado elevadas posições nas listas de mais vendidos.  


As editoras têm enxergado a necessidade de publicar livros de autores que trazem essa pluralidade ao mercado, indo de encontro aos anseios de uma população que clama por afirmação no seu papel como ser humano em uma sociedade mais justa e plural. “Hoje a diversificação de seus catálogos é prioridade para muitas editoras. Elas enxergaram essa evolução no modo de pensar e agir dos leitores em relação à diversidade. É um marco muito positivo para a literatura e para a nossa sociedade”, destaca Eduardo Villela, book advisor que tem mais de 16 anos de experiência no mercado editorial.


Um bom exemplo disso, é a autora Carolina de Jesus. Ela está sendo reconhecida postumamente como importante contadora de histórias. Sua obra desperta o debate sobre as nossas desigualdades sociais. O seu romance “Quarto de Despejo”, publicado em agosto de 1960, já traduzido para 13 idiomas, narra de maneira fiel sua vida em busca da sobrevivência como catadora de lixo na metrópole de São Paulo e o cotidiano dos moradores de favelas. 


Eduardo explica que já não era sem tempo essa atualização do mercado editorial. “As pessoas estão buscando nos livros um meio para refletirem mais e se colocarem como protagonistas para tornar a sociedade mais justa. Eu fico muito feliz que isso esteja acontecendo  e destaco alguns títulos que se encaixam neste perfil, como por exemplo “Meu caminho até a cadeira número 1”, de Rachel Maia, que conta a trajetória de como esta respeitada executiva construiu uma bem-sucedida carreira em importantes empresas globais sendo mulher, negra e de origem social humilde; “A favela venceu”, escrito por Rick Chesther, que traz lições sobre como, a partir do zero, é possível sair da inércia e vencer na vida; outro exemplo que posso citar é “O catador de sonhos”, de Geraldo Rufino, que mostra como o autor começou sua vida sendo um catador de lixo reciclável,  nunca se deixando abalar pelas dificuldades e crises, e fundou a JR Diesel, o maior centro de desmontagem de caminhões da América Latina. São livros que trazem um olhar profundo sobre os seres humanos e suas diferenças. Levantam a discussão fundamental sobre o nosso papel como agentes de transformação na sociedade”, completou.


Eduardo Villela finaliza: “pensar em diversidade, como por exemplo autores negros, autoras mulheres, escritores portadores de necessidades especiais e autores da comunidade LGBTQIA+, é uma tendência em crescimento e uma resposta das editoras a uma demanda da sociedade atual. Em um país como o Brasil, marcado pelo conservadorismo, preconceitos e desigualdades de vários tipos, é um avanço importantíssimo, que merece ser comemorado”. 


Eduardo Villela é Book Advisor e assessora pessoas, famílias e empresas na escrita e publicação de seus livros. Trabalha com escrita e publicação de livros desde 2004. Já lançou mais de 600 livros de variados temas, entre eles comportamento e psicologia, gestão, negócios, universitários, técnicos, ciências humanas, interesse geral, biografias/autobiografias, livros de família e ficção infantojuvenil e adulta.

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Kwai apresenta primeiros parceiros no Brasil para plataforma de anúncios


 

São Paulo, outubro de 2021 - O Kwai, app de criação e compartilhamento de vídeos curtos, inicia as primeiras campanhas de anúncios patrocinados na plataforma com empresas locais, como parte da preparação para o lançamento no Brasil das ferramentas de anúncios da empresa.

 

O início das primeiras campanhas no país faz parte da estratégia de expansão do Kwai no Brasil, para trazer cada vez mais conteúdos e recursos localizados. Para essas primeiras ativações comerciais, em conjunto com um grupo de agências parceiras (Jotacom; dentsumcgarrybowen; Initiative/Rufus), a plataforma destaca a presença das seguintes empresas: o aplicativo 99; a plataforma Amazon Prime Video; O Boticário; o app educacional Duolingo; e a rede de restaurantes Subway.

 

"O Kwai é a cara do Brasil e isto fica evidente com nossas primeiras parceiras, que também trazem o DNA brasileiro em suas iniciativas e acreditam na diversidade da plataforma no país. Estamos em um importante momento para o setor, que aposta no crescimento e desenvolvimento de anúncios em formato de vídeos curtos. Queremos, em conjunto com nossos parceiros e agências, traduzir as paixões e a cultura brasileira em conteúdo de qualidade no Kwai", afirma Paulo Fernandes, Country Sales Director no Kwai.

 

Esses parceiros já podem explorar as ferramentas de anúncios disponíveis, como as variações de publicidade in-feed e anúncios em tela cheia que possibilitam criar campanhas de call-to-action para aplicativos e games, ativações para compra de produtos em lojas de comércio eletrônico e até mesmo direcionar para um livestream com conversão de e-commerce.

 

A previsão é que a plataforma de anúncios e monetização do Kwai seja lançada no Brasil ainda no segundo semestre de 2021.

 

Sobre o Kwai

Um dos aplicativos gratuitos mais populares do Brasil, o Kwai permite que o público crie seu próprio conteúdo e compartilhe vídeos online de forma fácil, inclusiva e acessível, em um universo interativo que possibilita a conexão de pessoas. Com a missão de tornar a vida das pessoas mais felizes, o Kwai acredita que todos os pequenos momentos da vida merecem ser compartilhados. O app está disponível nos sistemas iOS e Android, na App Store e no Google Play. Saiba mais em: kwai.com.

 

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Theatro Municipal de São Paulo e Giramundo apresentam remontagem de "Pedro e o Lobo", na Semana da Criança reunindo animação e orquestra sinfônica

De 12 a 17 de outubro, o Giramundo e o Theatro Municipal de São Paulo promove apresentações de "Pedro e o Lobo", de Sergei Prokofiev, com orquestra e projeção de cinema de animação. A temporada marca período marcante para ambos: 50 anos de Giramundo e 110 anos de Theatro Municipal.

A primeira colaboração entre as instituições data de 1991, com a apresentação da ópera de bonecos “A Flauta Mágica”, e o reencontro artístico promete uma nova experiência musical e visual para as crianças. Sobre este novo projeto, Marcos Malafaia, um dos diretores do Giramundo, declara: “Pedro e o Lobo no Theatro Municipal pode ser considerado uma estreia, mesmo contando com imagens dos bonecos originais criados por Álvaro Apocalypse em 1994. Isso porque, na versão 2021, com orquestra sinfônica, os bonecos foram reconstruídos digitalmente, o que faz dessa versão a primeira dentro do repertório do grupo a ser realizado sem o uso de bonecos "físicos", materiais, manipulados por marionetistas em tempo real.” Esse ineditismo faz do espetáculo o primeiro do repertório do Giramundo realizado sem o uso de bonecos “físicos”, manipulados por marionetistas durante as apresentações. As marionetes originais estarão sendo expostas no Theatro, e o público poderá conferir de perto a inspiração da animação que será projetada durante a execução da peça.


A nova versão “Pedro e o Lobo” é um espetáculo de projeção mapeada, no qual os bonecos digitais são animados previamente e sincronizados à performance da orquestra, como se um filme acompanhasse a música. Por este motivo, o projeto vem sendo tratado pelo Giramundo como “uma ‘cine-sinfonia’, uma junção do cinema de animação com a música erudita, fusão de repertório musical clássico às novidades tecnológicas no campo do vídeo e da animação de bonecos”, explica Malafaia.

A nova montagem mantém os propósitos da peça musical de Prokofiev, de 1936, de aproximar as crianças das diversas sonoridades componentes de uma orquestra, associando timbres e naipes de instrumentos (cordas, madeiras, metais e percussão) a cada um dos personagens da história.

Os concertos têm a regência dos maestros Jamil Maluf e Thiago Tavares, direção de Marcos Malafaia e Ulisses Tavares, produção do Theatro Municipal de São Paulo, animação do Estúdio Giramundo e design de bonecos originais de Álvaro Apocalypse.

Serão ao todo cinco apresentações do cine concerto: no feriado do dia 12 (terça-feira) e no domingo (17), às 11h, na quarta (13) e na sexta (15), às 19h, e no sábado (16), às 17h. Os ingressos custam R$ 40 (R$ 20 meia) e devem ser adquiridos exclusivamente no site: theatromunicipal.org.br. As apresentações presenciais no Complexo Theatro Municipal de São Paulo, abertas ao público, estão sendo realizadas com capacidade reduzida de até 30% da casa como medida a garantir a segurança das pessoas e o distanciamento entre os assentos. O Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento da Secretaria Municipal de Cultura administrado pela organização social Sustenidos por meio de contrato de gestão firmado com a Fundação Theatro Municipal.

 

FICHA TÉCNICA FILME ANIMAÇÃO PEDRO E O LOBONome do Filme de Animação: "Cine Sinfonia - Pedro e o Lobo / Sergei Prokofiev"
Obra musical original: Sergei Prokofiev - "Pedro e o Lobo" (1930)
Intérprete: Orquestra Experimental de Repertório
Regência: Maestro Jamil Maluf

Duração: 26 minutos / indicação: livre

Roteiro e Direção: Marcos Malafaia e Ulisses Tavares

Assistente de Direção: Davi Fuzari

Animação: Ulisses Tavares, Enzo Giaquinto e Nívea Gomes
Bonecos originais: Álvaro Apocalypse

Bonecos digitais: Ulisses Tavares e Enzo Giaquinto 

Cenografia e ilustrações: Marcos Malafaia

Câmeras: Marco Antônio e Davi Fuzari

Edição, montagem e finalização: Davi Fuzari

Ator narrador: Beto Militani
Gravação, mixagem e masterização: Gabriel Canedo Guedes

Vozes:
Pedro: Maria Silva
Vovô e Gato: Ulisses Tavares
Passarinho: Lis Malafaia
Pata: Marcos Malafaia
Maquiagem e figurino: Iara Drumond

Estúdio de som: Ímã Estúdios

Projeção mapeada: Davi Fuzari

Técnico de luz: Ricardo da Mata
Montagem mostra de bonecos: Beatriz Apocalypse e Ricardo da Mata

Produção:  Marcos Malafaia, Alcione Rezende e Maria Silva
Comunicação: Marcos Malafaia e A Dupla Informação

 

::Sobre o Grupo Giramundo::

Criado em 1970 pelos artistas plásticos Álvaro Apocalypse, Tereza Veloso e Madu, o Giramundo é reconhecido como um dos principais grupos de teatro de bonecos do país.  Nos anos 70 e 80, a formação acadêmica e artística de seus fundadores foi responsável por imprimir no grupo o rigor metodológico e estético no planejamento e produção de seus bonecos e espetáculos. Estas características, unidas ao interesse pela cultura brasileira, trouxeram reconhecimento nacional ao Giramundo, garantindo seu lugar na história do Teatro Brasileiro por sua ação transformadora de incorporação de formas e temas adultos, dialogando com questões formais, plásticas e políticas complexas. No ano 2000, o Giramundo conquista sua sede própria, em Belo Horizonte, onde também funciona o Museu, a Escola e o Estúdio de Animação do grupo. Desde a inauguração da sede integrada, o grupo investe na produção de animações e de conteúdos digitais.  Hoje, podemos dizer que o Giramundo rompeu com a ideia de ser um grupo de teatro para se transformar em um grande núcleo multimídia, experimentando a vivência de uma cena de animação variada, onde convivem bonecos reais e suas versões digitais. Essa mistura do teatro de bonecos, vídeo, animação, cinema, música, dança e artes plásticas parece ser o território do Giramundo do século XXI.

 

Serviço

 

Grupo Giramundo e Theatro Municipal de São Paulo apresentam nova versão de "Pedro e o Lobo” na Semana das Crianças

Datas: de 12 a 17 de outubro

Horários: terça(12) e domingo, às 11h, quarta (13) e sexta (15), às 19h e no sábado (16), às 17h

Local: Theatro Municipal de São Paulo - Praça Ramos de Azevedo, s/nº - Sé - São Paulo, SP

Ingressos: R$40 inteira e R$20 meia

Informações e vendaswww.theatromunicipal.org.br

Classificação etária: livre

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Independência do Brasil: Confira obras que abordam a história do País


Para celebrar o 7 de setembro, especialistas do Clube de Autores separaram livros para aqueles que querem entender mais sobre a história do Brasil

A Declaração da Independência do Brasil do Império Português é comemorada anualmente em 7 de setembro. Conquistada em 1822 após Dom Pedro I proclamar a tão famosa frase "Independência ou morte”, a data é uma das mais importantes da história do País. Para levar mais conhecimento para aqueles que desejam se aprofundar no assunto, especialistas do Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Latina, selecionaram alguns títulos que abordam o tema de diferentes maneiras. Confira:

 

A História do Brasil Colonial, por András Pataki

O livro paradidático conta a história do Brasil desde a chegada dos portugueses até o momento de sua independência. Recomendado por mestres e professores, a narrativa possui uma linguagem simples e de fácil entendimento para todos aqueles que desejam adquirir mais conhecimento sobre o tema.

 

Desconstruindo a História do Brasil, por Thiago Augusto Pestana

A história busca discutir de maneira flexível e estimular o leitor a descobrir quem realmente lutou pela liberdade e construção da nação. Desconstruindo as ideias que, no decorrer dos anos, foram se difundindo sem que uma análise crítica fosse feita, as páginas mostram uma surpreendente História do Brasil, quando bem articulada com a historiografia.

 

História do Brasil em 20 Lições, por João Ricaldes

Com informações rápidas, precisas e atualizadas sobre os principais aspectos da herança do país, a obra “História do Brasil em 20 Lições” busca levar aos leitores um conhecimento baseado na pluralidade de pontos de vista e diversidade de fontes históricas.

 

Busto Ilustrado, por Rodrigo Alves Rodrigues

A obra traz uma listagem e especificidades das pessoas que ocuparam os cargos majoritários do Brasil, desde a república da espada até o atual presidente. Conta ainda com elementos históricos, política e ilustrações do majestosos retratos em formato de busto dos chefes de Estado brasileiro durante a história Republicana. 


Sobre o Clube de Autores
Clube de Autores é a maior plataforma de autopublicação da América Latina. Hoje, a plataforma on demand representa cerca de 27% de todos os livros publicados no Brasil no último ano. Além disso, oferece uma gama de serviços profissionais para os autores independentes que pretendem crescer e se desenvolver no mercado de literatura.


sexta-feira, 6 de agosto de 2021

E-books independentes aquecem setor literário brasileiro e se tornam preferência de autores e leitores


Consumo de conteúdos digitais cresceu com a pandemia, formato facilita interação entre público e autores sem barreiras geográficas

Tradicionalmente, lançar um livro era um processo caro para ser realizado de forma autônoma e, por isso, majoritariamente dependente das grandes editoras, o que mantinha autores talentosos distantes do mercado. Tendência que vem mudando nos últimos anos pela influência dos blogs e redes sociais focadas em produções literárias. De acordo com a plataforma Clube de Autores, que atua no ramo de autopublicação, desde o início da pandemia, em  março de 2020, e nos 4 meses seguintes, foram lançados por mês cerca de 1,2 mil títulos, contra a média de 30 antes do isolamento social. A plataforma aponta ainda um  incremento de 40% nas vendas, em relação a igual período de 2019. Houve também um salto de 30% no número de novos autores, na mesma base de comparação.


Autores do mundo inteiro têm encontrado nas plataformas de publicação online como Blogs, Medium e Wattpad espaços democráticos e gratuitos para colocar suas criações em contato com o público. Assim, consolidam sua rede de leitores antes mesmo da finalização do enredo.

 

É o caso da autora de romance, com toques de hot, Michele do Nascimento, que é brasileira e vive em Singapura, ela já conta com duas obras publicadas em formato 100% digital. A autora independente alcançou a marca de 100 mil visualizações do seu segundo título “Entre o desejo e a redenção”, antes mesmo de ser disponibilizado para venda na Amazon, em outubro de 2020. “Sempre gostei de escrever, na escola fazia pequenos contos baseados nas paixões das colegas e as presenteava. Porém, foi em 2017, após o nascimento do meu filho que expus minhas criações para um público maior, através do Wattpad. Já em 2019, após quebrar o pé, tive o incentivo que precisava para finalizar a primeira obra, vindo do meu marido. Ele ao me ver inquieta por estar limitada, me entregou o notebook e me sugeriu finalizar o livro.

Ali nascia a obra - "Entre Nós". Fui disponibilizando os capítulos aos poucos na plataforma e agregando leitoras. Elas tornaram o processo de criação ainda mais vivo. O segundo livro nasceu quase que espontaneamente, como resposta aos questionamentos do público que queria saber mais sobre o personagem Daniel, que foi criado originalmente como antagonista, mas acabou ganhando o afeto do público e merecia ter sua história contada”, disse a autora Michele do Nascimento. 

 

Livros físicos podem ser taxados, aumentando apelo e adesão ao e-book

Os e-books têm se tornado uma opção ainda mais atrativa para os autores diante da possibilidade da taxação de obras impressas, como parte da Reforma Tributária. Vale lembrar de onde veio a isenção de tributos sobre livros. O escritor e, à época, deputado constituinte, Jorge Amado, além de suas obras, deixou para os brasileiros, como parte do seu legado, a imunidade de impostos aos livros no Brasil, em vigor desde a  Constituição de 1946. Realidade que pode estar prestes a mudar, caso o projeto do Poder Executivo (PL 3887/20), em análise na Câmara dos Deputados, seja aprovado. O texto prevê tributo com alíquota de 12%, de acordo com informações da Agência Câmara de Notícias.

 

Entre os benefícios percebidos pelos consumidores que aderiram aos livros digitais está a acessibilidade às obras de diferentes lugares do mundo, sem frete ou espera.“Vejo entre as minhas leitoras grande aceitação com relação ao consumo de e-books. Tenho um público composto em sua maioria por brasileiras que moram no Brasil, Estados Unidos e Portugal, além de portuguesas e africanas que também falam português.No modelo de assinatura, disponível para Kindle, os usuários podem pegar até 10 livros por mês, sem pagar a mais por isso. Ao terminar de ler, devolvem e podem trocar por novas obras. Mesmo quem não é adepto desta modalidade pode adquirir as obras por preços que variam entre R$3,00 e R$5,00, o que jamais seria praticável para livros físicos”, avalia Michele do Nascimento.

 

O comportamento do consumidor, antes resistente à leitura em dispositivos eletrônicos, também vem se adaptando. O e-commerce teve um ano histórico, com crescimento de 73,88% no último ano,de acordo com o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) em parceria com o Neotrust, Movimento Compre e Confie. Esta aceleração da transformação digital rompeu barreiras que os consumidores tinham com relação à compra em diversas categorias on-line, os livros são um exemplo. A participação das livrarias exclusivamente virtuais no faturamento das editoras registrou crescimento de 84% em 2020.  No ano anterior, elas eram responsáveis por 12,7% do faturamento, já em 2020 este percentual foi de 24%. As vendas realizadas na internet ou em marketplaces cresceram de 3% para 8% entre 2019 e 2020, segundo dados do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) em seu relatório divulgado sobre o setor.


 

Os brasileiros estão lendo mais e interagindo mais com seus autores favoritos

O consumo de literatura em formatos digitais têm alterado também a relação entre leitores e autores. Com os espaços de entretenimento fechados, assim como as livrarias físicas, o smartphone, tablet ou leitor digital se tornaram as lojas mais convenientes. Fato que colaborou para que, durante o isolamento social intenso, os brasileiros recorressem mais à literatura como forma de entretenimento. A pesquisa Conteúdo Digital do Setor Editorial, realizada pela Nielsen para a Câmara Brasileira do Livro e para o Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostrou um crescimento de 81% para os conteúdos digitais vendidos em 2020, no sistema a la carte, em relação ao ano anterior.

 

A leitura realizada em dispositivos eletrônicos também facilita que a emoção provocada pela leitura seja compartilhada de forma imediata e chegue até o autor. “Separo um tempo na minha rotina diária de trabalho para interagir com os comentários e perguntas das leitoras nas redes sociais. Elas dizem o que esperam dos personagens, expressam suas opiniões e preferências e me fazem pedidos. Um personagem que originalmente eu pensava que seria odiado pode ter total aceitação do público, por exemplo. Esta troca é importante para entender se estou conseguindo chegar até meu público e não era possível para os autores algumas décadas atrás. Não busco criar personagens idealizados, mas bastante humanos e reais, no processo de criação eles têm características físicas e até signos. É como se eles ganhassem vida e cochicharam para mim seus próximos passos, então, nem sempre o público recebe o final esperado, mas é vital saber como isto é recebido”, pontua a autora da duologia "Entre Destinos".  

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A digitalização de conteúdos confere flexibilidade de criação e abre também fronteiras para que autores tenham suas obras reconhecidas em outros países, sem necessidade de trâmites complexos como exportação e distribuição. “Meu próximo passo é a tradução das obras já publicadas para o inglês. Almejo sair da minha zona de conforto e me aventurar em estilos como uma comédia romântica transcultural que acontece com personagens entre Brasil e Singapura. Não quero ficar restrita ao romance, tendo em vista uma coletânea infantil inspirada no meu filho Bento e futuramente uma na minha filha Olívia. Para o escritor o trabalho é tão prazeroso que a possibilidade de se desafiar já é recompensadora”, conclui a autora Michele do Nascimento. 

 

 

segunda-feira, 14 de junho de 2021

A Cabeça do Dragão por Gustavo Miotti



O filme “Lost in Translation”, da diretora Sofia Copolla, narra a passagem de dois americanos pelo Japão. Em vários momentos, os personagens parecem ter perdido o sentido na tradução de alguma ação ou fala, bem como ficam perdidos na compreensão da cultura japonesa em quase sua totalidade. Assim que me sinto em relação a China. Apesar de tê-la conhecido há mais de 25 anos, quando ainda predominavam as bicicletas e os homens vestindo o traje tradicional de Mao Zedong, é um destino que quanto mais busco, leio e estudo, parece que mais distante estou de compreendê-lo.

Se às vezes achamos o Brasil complicado de entender, imagine a China, que tem quase 4.500 anos a mais em sua história, 302 línguas faladas e uma população quase sete vezes maior. Mas ao me deparar com as contradições da China atual, sempre me recordo do paradoxo de Sócrates: Só sei que nada sei! Buscando algo bem mais recente, a sinóloga italiana Giada Messetti desabafa em seu livro sobre a China: “Depois de morar tantos anos no país, aprendi uma única coisa. Quando se trata de China, somente uma coisa é certa: nada é simples como possa parecer. Nada!” Paradoxalmente, aceitar essa complexidade auxilia a entender um pouco mais o dragão através de três importantes perspectivas: yin e o yang, o pensamento chinês e o confucionismo.

Yin e o Yang é uma das mais importantes características da filosofia chinesa e, como quase tudo na China, é algo simples e complexo ao mesmo tempo. O princípio afirma que tudo existe de forma interdependente e em opostos contraditórios, como frio-calor, antigo-novo, escuro-claro e feminino-masculino. A interação entre os extremos mantém a harmonia do universo e influencia tudo ao seu redor. O Yin e o Yang normalmente sugerem lidar com as coisas de modo balanceado e harmônico entre os dois elementos que influenciam diversos aspectos do dia a dia. Por exemplo, no espaço de trabalho empregados ou executivos têm situações em que precisam ser mais receptivos (yin) e momentos que devem ser mais agressivos (yang) para o bem da organização. Na paternidade, tem situações que os pais precisam ser mais carinhosos e acolhedores (yin) e em outros mais retos e disciplinadores (yang).

Muito dos desencontros está na diferença na lógica do pensar de um ocidental e um chinês. No ocidente, temos um modo de pensar linear, analítico e atento a classificação, enquanto o chinês pensa circularmente, holisticamente e mais atento a concatenação. O pensamento chinês é lateral, não é possível isolar analiticamente um pedaço da realidade. Sempre o contexto é levado em consideração. Nosso pensamento segue uma linha lógica, iniciando por generalizações e movendo para os específicos. Os chineses tendem a mover da generalização para o específico dos detalhes diversas vezes, sem ordem, o que nos parece sem sentido algum. O foco do pensamento chinês é no resultado e não na lógica em si. O mundo parece ser muito complexo para seguir a linearidade do pensamento ocidental. O pensamento chinês não é linear, mas um emaranhado de ideias.

Também influencia no modo de pensar as diferenças nos sistemas de valor. Nós ocidentais prezamos acima de tudo pelo direito individual, a liberdade e a escolha livre. No outro lado do mundo, o grupo sempre está acima do individual. A harmonia e os objetivos coletivos são mais importantes que as preferências individuais e as diferenças culturais e de valores. Um reflexo desta diferença no modo de pensar se dá no campo da medicina. No ocidente se analisa o paciente pelas diversas partes do organismo (neurologista, cardiologista, ginecologista, etc...), enquanto a medicina tradicional chinesa se baseia no equilíbrio de uma parte do corpo com a outra, no interior do mesmo sistema. Alguém que já tenha feito acupuntura irá recordar.

Os valores predominantes da sociedade chinesa derivam dos prescritos do filósofo Confúcio, cujos pensamentos escritos nos Diálogos de Confúcio se tornaram como uma fusão da Bíblia e a Constituição para os chineses. Seus ensinamentos morais datam de mais de 2.500 anos e, diferentemente das religiões monoteístas, não prega uma receita de bula para se chegar ao paraíso, mas um código de conduta social. Este sistema filosófico constitui um conjunto de ensinamentos sobre ética e harmonia social e podem ser resumidos na célebre frase de Confúcio: "não faça aos outros aquilo que não gostaria que fizessem a ti”. Um dos aspectos mais importante do Confucionismo é o respeito e a devoção aos mais velhos, e isso implica disciplina, respeito e deferência nas famílias, escolas e governo.

Mao Zedong considerava a filosofia, ligada aos imperadores e ideologicamente oposta aos ensinamentos marxistas, retrógada e por isso tentou bani-la. Mandou destruir os templos, derrubar as estátuas de Confúcio e queimar os livros que pregavam a doutrina. Porém, a filosofia nunca deixou de existir e Xi Jinping promoveu o renascimento do confucionismo como forma de expelir a influência do pensamento ocidental, principalmente o americano de valores individuais e do poder da democracia. E, também, como forma de legitimar e consolidar o seu poder e do partido comunista como líder moral do pensamento chinês.

Com a China voltando a ser protagonista dos destinos do mundo, ir além dos estereótipos ligados ao país é uma habilidade fundamental para quem quer compreender os prováveis destinos da humanidade. Vimos que apenas ignorá-la pode levar a novos desastres, como o Covid-19.


Gustavo Miotti é autor do livro Crônicas de uma pandemia – reflexões de um idealista. Empresário e Cientista Econômico, pesquisa atitudes relativas à globalização em seu doutorado no Rollins College (Estados Unidos).

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Livro infantil fala sobre os medos na infância


Título "Do outro lado" é um lançamento da Catapulta Editores, indicado para crianças a partir de quatro anos


O medo pode estar relacionado apenas ao que não é conhecido – especialmente na infância. Em “Do outro lado”, a Catapulta Editores apresenta a temática às crianças de maneira lúdica e recheada de ilustrações coloridas. O livro é um lançamento, feito em páginas cartonadas, indicado para crianças a partir de quatro anos.

A narrativa apresenta a perspectiva do pequeno Léo, personagem que tenta entender o que há atrás de uma porta ao espiar pelo buraco da fechadura. Além de trazer a temática dos receios infantis, a obra também trabalha o assunto da perspectiva – algo ou uma situação pode ser de um jeito ou de outro a depender de como se vê.

Em “Do outro lado”, a Catapulta Editores reforça a preocupação em trazer temáticas relevantes no linguajar infantil. “Os livros são ferramentas de diálogo com as crianças. Divertem enquanto ensinam os pequenos, em momentos de descontração”, ressalta Carmen Pareras, diretora da marca no Brasil.

Com valor sugerido de R$ 79,90, o livro pode ser encontrado no site da Catapulta Editores – www.catapultalivros.com.br. Além disso, livrarias físicas e online também oferecem o título.

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Compreender e acolher: uma abordagem lúdica e empática sobre o autismo


Livro da Dra. Deborah Kerches, especialista em TEA, traz conteúdos específicos voltados a crianças, adolescentes e adultos

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta aspectos ligados à comunicação e ao comportamento de uma pessoa. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 1% a 2% da população mundial está no espectro autista. No Brasil, estima-se mais de 2 milhões de pessoas com essa condição.

No livro “Compreender e acolher”, a partir de muito trabalho clínico e pesquisa, a neuropediatra Deborah Kerches, especialista em autismo, apresenta o espectro autista a todos de uma forma lúdica, empática e com embasamento científico. Seu conteúdo é voltado a crianças, adolescentes e adultos, para que todos possam se informar e conscientizar sobre o espectro autista, possibilitando o reconhecimento dos sinais precoces e a construção de uma sociedade inclusiva.

O livro, lançado pela Literare Books International, vem em um formato "vira-vira", onde cada lado possui uma abordagem diferente. De um lado, destacam-se informações referentes ao TEA na infância, seguidas de uma história em quadrinhos direcionada ao público infantil; do outro, considerações relevantes sobre o TEA na adolescência e uma nova história em quadrinhos direcionada a adolescentes e jovens.

“Além dos adultos, é essencial que crianças e adolescentes compreendam melhor o que é o autismo e, assim, possam contribuir na construção de uma sociedade mais acolhedora, empática e inclusiva”, afirma a autora e neuropediatra.

Prejuízos persistentes na comunicação e interação social, assim como padrões de comportamentos, interesses e atividades restritos e repetitivos, são as características centrais do TEA. O diagnóstico e intervenções precoces são determinantes para o desenvolvimento e qualidade de vida das pessoas com autismo e também de suas famílias.

Relacionar-se requer colocar-se no lugar do outro e, por meio dessa obra, os leitores – de diferentes faixas etárias – passam a compreender melhor as pessoas com TEA e o quanto podem contribuir e aprender com elas.

Trata-se, assim, de um livro inédito em que diferentes públicos podem se beneficiar das lições da autora, seja pelas páginas com conteúdo escrito, seja por meio da história em quadrinhos. 

 

Sobre a autora
Deborah Kerches – (CRM 102717- SP; RQE 23262-1.) Neurologista da infância e adolescência. Título de Especialista em Neuropediatria e Pediatria. Especialista em Transtorno do Espectro Autista. Coordenadora e professora de pós-graduações do CBI of Miami. Especialização em Preceptoria em Residência Médica no SUS pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês. Membro da Sociedade Brasileira de Neuropediatria. Membro da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil (ABENEPI). Membro da Academia Brasileira de Neurologia. Membro da Associação Francesa La cause des bébés. Membro da Sociedade Brasileira de Cefaleia.

Sobre o livro
Compreender e acolher
Autora: Deborah Kerches
Editora: Literare Books International
Formato: 21,5 x 28 cm – 1ªedição – 112 páginas
ISBN: 9786586939996
Instagram: @dradeborahkerches
Loja Literare Books:  http://bit.ly/lojaliterare-compreendereacolher
À venda nas principais livrarias físicas e on-line

 

terça-feira, 30 de março de 2021

Você conhece a biblioterapia?


Saiba como funciona o cuidado por meio dos livros


Se levarmos em consideração o significado literal da palavra biblioterapia, nos depararemos com o significado de terapia por meio dos livros, junção das palavras de origem grega: BIBLIO + THERAPY. Mas, na atualidade e, na prática, esse processo pode ser realizado com os mais variados materiais literários, embora, o mais comum de fato seja o livro. É um termo que tem se propagado ultimamente, mas seu uso e benefícios datam da Grécia Antiga.

É o que afirma a facilitadora de círculos de biblioterapia e bibliotecária da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas, Katty Anne Nunes. "É fácil perceber se você já teve contato com a biblioterapia, basta se perguntar se algum livro ou mesmo um pequeno texto já falou profundamente com você? Ou se você já teve uma experiência literária (livro, teatro, ouviu uma história) que mexeu com você de tal forma que após esse momento você não foi mais o mesmo? Se sim, você já teve contato com a biblioterapia", diz Katty Anne.

Para a bibliotecária Silvia Fortes, a biblioterapia é o cuidado através dos livros. “A literatura por ela mesma, sem a utilização de artifícios didáticos, buscando o seu leitor, fazendo com que ele se sinta acolhido dentro de uma história”, explica.

A biblioterapia não é uma atividade exclusiva dos bibliotecários e bibliotecárias, são várias as pessoas que inserem a biblioterapia no seu fazer profissional: bibliotecários, psicólogos, psiquiatras, psicanalistas, professores, contadores de histórias, assistentes sociais, entre outros. “É um campo multi e interdisciplinar. Requer um debruçar sobre a temática e pede, especialmente, que você tenha obras que lhe tocaram, essas poderão também tocar o outro”, comenta Katty Anne Nunes.

Silvia explica que existem dois tipos de biblioterapia: a clínica, que é aplicada por psicólogos, com o intuito de corrigir patologias em pessoas com problemas comportamentais e a biblioterapia do desenvolvimento, que é utilizada por bibliotecários e também por profissionais de outras áreas, com a finalidade de oferecer a literatura como suporte no desenvolvimento pessoal na prática de um autoconhecimento e autocuidado. “Para desenvolver a função de biblioterapeuta, é fundamental que o bibliotecário tenha uma escuta atenta e sensível, pois os participantes muitas vezes trazem para a roda suas angústias e o simples fato de ter alguém que o escute já ameniza bastante as suas aflições”, diz Silvia.

Assim como o campo de atuação do bibliotecário tem sido cada vez mais amplo, os espaços para a realização das rodas de biblioterapia também, podendo o profissional adaptar a prática em seu ambiente de trabalho. 

Katty Anne conta que trabalha a biblioterapia em vários contextos. “Voluntariamente com alunos de ensino médio de uma escola da rede pública do Estado; Na Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas, com encontros e uma espécie de podcast com leituras compartilhadas com os servidores”, diz. “E na Kuau Experiências Formativas, um empreendimento no qual ofereço círculos de biblioterapia e oficinas para quem deseja conhecer mais do assunto”, complementa.

A bibliotecária Silvia Fortes trabalha na biblioteca escolar e conta que lá, os encontros são semanais, divididos por turma e idades. “Para a seleção dos livros convém observar se existe a necessidade de trabalhar algum tema específico com o grupo, o gosto literário da turma. Os encontros costumam ser leves e muitas vezes divertidos. Algumas vezes após a leitura, são oferecidas atividades coletivas, como dramatização, esquetes e dinâmicas focadas no tema selecionado do dia”.

Para ela, a biblioterapia não é um remédio para curar doenças, mas um cuidado com o ser. “É apresentar ao outro um momento de reflexão, aguçando a vontade de se conhecer e de se autocuidar. É abraçar com palavras”, conclui Silvia.

Katty Anne e Silvia têm capítulos no livro QUINTAIS DA BIBLIOTERAPIA: experiência na poética do cuidado. Uma obra organizada por Cristiana Seixas, e publicada pela Editora Cândido, onde relatam as experiências com a biblioterapia. 

Biblioterapia na pandemia

Atualmente, devido à pandemia, as rodas de biblioterapia funcionam on line e, muitas vezes, segundo as bibliotecárias, se tornam momentos de afago à pessoas que se sentem solitárias e cansadas. “Um bom exemplo é a roda com idosos, uma experiência de muitas trocas e aprendizados”, comenta Silvia.

Qual o gênero literário deve ser utilizado em uma roda de Biblioterapia?

“A resposta é: todos os gêneros literários! Particularmente, na maioria das rodas que apresento utilizo a Literatura Infantojuvenil, por ser um gênio do qual venho aperfeiçoando o conhecimento e envolvimento, percebendo a cada dia a qualidade das obras”, conta Silvia. 

“Esse tipo de literatura, apesar de dita para as crianças, pode ser apresentada aos grupos de todas as idades, pois, na verdade são feitas para todas as infâncias, já que a criança interior de cada um permanece presente e esses livros através da profundidade das histórias e da beleza das ilustrações fazem com que haja um envolvimento independente de se ter cinco ou noventa anos”, conclui a biblioterapeuta.

 

Sobre o Conselho Federal de Biblioteconomia

O Sistema CFB/CRB é composto pelo Conselho Federal de Biblioteconomia e por 14 Conselhos Regionais de Biblioteconomia. O objetivo do Sistema CFB/CRB é atuar em favor da sociedade brasileira por meio da sua principal missão: fiscalizar o exercício profissional do bibliotecário, cuja operacionalização é feita pelos Conselhos Regionais. Para o Sistema CFB/CRB um país aparelhado com bibliotecas contribuirá na formação de cidadãos esclarecidos, críticos e participativos, condição sine qua non para o desenvolvimento educacional, científico e tecnológico, com vistas ao progresso de uma nação.

segunda-feira, 29 de março de 2021

Clube de Autores ganha espaço e já é responsável por 27% dos livros lançados no País


Mudança de comportamento na pandemia fez a plataforma de autopublicação aumentar exponencialmente em número de autores e novas obras


São Paulo, março de 2021 - No dia 16 de março completou um ano em que as primeiras medidas de restrição foram adotadas e o distanciamento social começou no Brasil por conta da pandemia de Covid-19. Neste momento, onde o mundo precisou se reinventar, o Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Látina, abriu caminho para cerca de 200 novos autores e chegou a uma média de mil livros publicados por mês. A mudança de comportamento de leitores também impactou no mercado de vendas da plataforma, que cresceu 55% comparado ao ano de 2019.

 

Atualmente o Clube de Autores possui 72 mil títulos, deste número, quase 15 mil foram publicados durante a pandemia. “Tempos difíceis são, quase por definição, momentos de concentração absoluta de ansiedade. Durante este um ano de marco da pandemia não foi diferente. A ansiedade extrema gera criatividade. Não é por outro motivo que notamos uma profusão literária, nunca se escreveu tanto. Não à toa nossa comunidade de autores vem crescendo”, comenta Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores.

 

Logo no início da quarentena, a plataforma promoveu um concurso "Crônicas de Quarentena”, convidando autores e entusiastas de todo Brasil a fomentarem a leitura e escrita relatando suas próprias experiências. O intuito foi estimular todos a aproveitarem melhor seu tempo dentro de casa. Ricardo relembra surpresa com o sucesso da ação. “Recebemos mais de 830 histórias, com visões profundas e ricas sobre suas próprias histórias de medos, dores, esperanças e até mesmo de alegrias”. 

 

Além de abrir espaço para estes e outros tantos autores, que podem publicar seus livros gratuitamente, o Clube de Autores lançou o livro “Crônicas de Quarentena”,com 39 das crônicas recebidas, e doou toda renda obtida com a venda para ajudar a Missão Covid, que conecta gratuitamente médicos voluntários a pessoas com sintomas de coronavírus.

 

Com este ritmo de crescimento, Ricardo tem expectativa de crescer de 50% a 70% em 2021. “A autopublicação já é uma realidade no mundo inteiro, temos mais de 40% de direitos autorais pagos nos Estados Unidos em livros autopublicados, por exemplo. Costumo dizer que ela é o único canal para novos autores mostrarem seus trabalhos, venderem seus livros e terem sucesso em suas carreiras. A partir disso, pode até acontecer de editoras buscarem por eles, vemos isso diariamente aqui no Clube de Autores. Mas fica a cargo deles decidirem se vão seguir independente ou não”, finaliza.  

Sobre o Clube de Autores
Clube de Autores é a maior plataforma de autopublicação da América Latina. Hoje, a plataforma on demand representa cerca de 27% de todos os livros publicados no Brasil no último ano. Além disso, oferece uma gama de serviços profissionais para os autores independentes que pretendem crescer e se desenvolver no mercado de literatura.

quarta-feira, 24 de março de 2021

Crise no mercado editorial: pequenas livrarias devem sobreviver no novo normal


Enquanto as grandes livrarias fecham as portas, livrarias segmentadas mostram ser o futuro do setor

Antes mesmo da pandemia, as grandes livrarias já mostravam dificuldades em se manter. Muito por conta da mudança do comportamento do consumidor que passou a adquirir os seus livros pela internet. Porém, a loja física ainda era uma opção para os leitores que gostavam de tomar um café, receber indicações ou simplesmente folhear os livros antes de comprar.  

As restrições de convívio social impossibilitaram essas práticas e os anúncios de fechamento das grandes livrarias, principalmente em shoppings, se tornaram frequentes. É o caso da Livraria Cultura, em recuperação judicial desde 2018, este ano a empresa anunciou o fechamento de três unidades, passando de 13 para sete lojas em funcionamento no período de  um ano.

Mas nem tudo são más notícias, na contramão das grandes livrarias, as lojas menos famosas e segmentadas mostram que podem sobreviver à crise do setor. Para Eduardo Villela, book advisor e profissional com mais de 16 anos no mercado editorial, esse movimento no mercado se dá por diversas razões. “As grandes livrarias, normalmente localizadas em shoppings, possuem elevados custos fixos  como aluguel do espaço, propõem-se a vender livros de todas as categorias, mas é muito frequente o leitor não encontrar o título que procura, e a qualidade de atendimento ao cliente deixa a desejar. Já as livrarias menores, geralmente se especializam em um único nicho, como livros de ficção infanto-juvenil ou técnicos, disponibilizando um acervo bastante completo aos clientes. Elas oferecem um atendimento mais personalizado e profissional, feito por poucos funcionários bem treinados ou até pelo próprio proprietário. São detalhes que fidelizam os clientes e os fazem comprar delas, mesmo sabendo que os livros quase sempre custam menos nos grandes sites. Boa parte dos clientes valoriza em primeiro lugar o bom atendimento e outras experiências, como eventos de contação de histórias, saraus e a possibilidade de interação com os autores em sessões de autógrafos, estando dispostos a pagar um pouco mais do que na internet. As lojas menores sempre terão diferenciais impossíveis de serem replicados pelo varejo online.”, explica o especialista.

Apesar do momento ruim enfrentado por todos os perfis de livrarias, para sobreviver, o setor deve apostar na criatividade. “Não é fácil concorrer com as gigantes do e-commerce, mas o caminho para as  livrarias continuarem existindo passa pela melhora do atendimento ao cliente, inovação e oferecimento de serviços exclusivos. Tenho visto, por exemplo, livrarias menores de bairro atenderem o cliente pelo WhatsApp, realizarem delivery nas proximidades, organizarem eventos online com autores etc.", conclui Eduardo.

Eduardo Villela é Book Advisor e assessora pessoas, famílias e empresas na escrita e publicação de seus livros. Trabalha com escrita e publicação de livros desde 2004. Já lançou mais de 600 livros de variados temas, entre eles comportamento e psicologia, gestão, negócios, universitários, técnicos, ciências humanas, interesse geral, biografias/autobiografias, livros de família e ficção infantojuvenil e adulta.

terça-feira, 16 de março de 2021

Autismo: um olhar por inteiro


Obra traz abordagem abrangente sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e mostra que desmistificá-lo é o primeiro passo para a verdadeira inclusão

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o Transtorno do Espectro Autista (TEA) atinge 1 em cada 160 crianças no mundo. Entretanto, a condição ainda gera dúvidas e discriminações, de acordo com especialistas, pois o autismo não se resume a uma característica única.

O TEA se refere a uma série de condições caracterizadas por algum grau de comprometimento no comportamento social, na comunicação, na linguagem e por uma gama estreita de interesses e atividades que são singulares para o indivíduo e realizadas de forma repetitiva. O transtorno começa na infância e tende a persistir na adolescência e na idade adulta. Na maioria dos casos, as condições são aparentes durante os primeiros cinco anos de vida. 


O livro “Autismo: um olhar por inteiro”, lançado pela Literare Books International traz uma abordagem abrangente sobre o transtorno do espectro autista, entrelaçando conceitos relacionados aos desafios iniciais do desenvolvimento infantil com visões práticas e teóricas sobre as dificuldades vivenciadas pelo autista e por sua família em todas as fases da vida, nos contextos acadêmico, profissional e sexual.

Psicólogos, educadores, neuropsicólogos e profissionais de diversas áreas apontam caminhos para que o autista tenha uma vida integral e saudável, discorrendo sobre o papel da educação na vida das crianças autistas, a prática de intervenções alternativas, o desenvolvimento de habilidades sociais, a entrada no mercado de trabalho, entre outros assuntos. Relatos de mães inseridas nesse contexto compõem esse vasto manual sobre o transtorno.

A obra possui artigos dos seguintes profissionais: Adriana Assis, Amanda Machado de Magalhães Peixoto, Ana Carolina Porcari, Ana Cordeiro, Ana Nossack, Andrea Lorena Stravogiannis, Andreza Aparecida Oliveira Santos, Caroline Loezer, Célia de Fátima Macagnan, Cilene Maria Cavalcanti, Claudia Moura, Daisy Miranda, Débora Fukuoca, Edilaine Geres, Eliziane da Silva Lima, Erika Reggiani Lavia, Ester Melo, Fabio de Oliveira Santos, Flávia Cavalcanti, Gabriela A. Cruz, Glicéria Martins Cleter, Hannah Iamut Said, Jacineide Santos Cintra Silva, Jacqueline Menengrone, Jaqueline Silva, João Miguel Marques, Karen Thomsen Correa, Lenice Silva Munhoz, Liana Vale dos Santos Marques, Lídia Silveira, Luanda Garcez Ranha, Luciana Garcia de Lima, Milene Rocha Lima, Nadia Giaretta, Neli Maria Tavares, Osmarina Montrezol de Oliveira, Paula Adriana Zanchin, Priscila Sorrentino, Ricardo Schers de Goes, Simoni Hoffmann, Suzana Kelly Soares Lara, Talita Nangle, Tatiane Hollandini, Tito Lívio De Figueiredo, Virna Valadares, Viviane Mattos Battistello, Wilson Candido Braga e Yuri Riera Nicolau. 

 

Sobre a coordenadora editorial
Andrea Lorena Stravogiannis - Doutora e mestre pela Faculdade de Medicina da USP. Neuropsicóloga pelo CEPSIC-HC-USP; Neuropsicóloga no Hospital Sírio-Libanês; Supervisora e professora no curso de pós-graduação em Neuropsicologia no Hospital Albert Einstein. Coordenadora dos setores de pesquisa e tratamento do Amor Patológico e Ciúme Excessivo do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso (PRO-AMITI) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (IPq-HC-FMUSP). Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental pelo Ambulatório de Ansiedade no IPq-HC-FMUSP. Especialista em Dependência Química pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Sobre o livro
Autismo: um olhar por inteiro
Coordenação editorial:
 Andrea Lorena Stravogiannis
Editora: Literare Books International 
Formato: 15,8 x 23 cm – 1ª edição – 336 páginas
ISBN: 9786586939620
Loja Literare Bookshttp://bit.ly/autismo-inteiro-literare
À venda nas principais lojas físicas e e-commerce

sábado, 6 de março de 2021

Com proposta editorial atualizada, Panini e Mauricio de Sousa Produções apresentam novas revistas da Turma da Mônica


Quadrinhos da MSP chegam às bancas neste mês, com mais páginas, conteúdos diferenciados e novo acabamento

São Paulo, março de 2021 – A partir deste mês, chega às bancas, pela editora Panini, a nova coleção da Turma da Mônica, começando pela número 1. As revistas trazem como principais novidades: mais páginas, mais passatempos, conteúdos extras e design moderno de capa e correios lembrando uma conversa de celular.

Diferenciais importantes para quem já coleciona ou quer acompanhar de perto as histórias que se passam no bairro do Limoeiro

Os títulos Cascão, Magali, Turma da Mônica e Chico Bento passarão a ter 80 páginas (antes tinham 64). Mônica e Cebolinha continuarão com 80 páginas. Todos terão lombada canoa, o que privilegia as artes de capa, que se estenderão para a contracapa, como uma imagem contínua. Além de histórias inéditas, os gibis terão extras como a republicação de tiras clássicas, fichas de personagens do Mauricio e ainda mais passatempos.

O design de todas as edições está muito mais moderno! Houve uma reformulação nos logos das revistas, deixando os títulos totalmente integrados à arte de capa e o layout dos correios agora se parece com uma conversa de celular. Cada edição custará R$ 7,90.

Os tradicionais Almanaques da Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão e Chico Bento também passarão por reformulação e serão publicados com 96 páginas e lombada canoa, ao preço de R$ 9,90. Além de novo design de capa, terão mais histórias e também mais passatempos.

Outra novidade será o Almanaque Turma da Mônica que, além de reunir aventuras da Turminha, publicará histórias da Tina, Louco, Bidu & Mingau e muitos outros personagens.

As HQs podem ser adquiridas na Loja Panini, por sistema de assinatura, compra avulsa, além de bancas, livrarias, lojas especializadas e pela Amazon. A assinatura do plano anual com revistas inéditas + almanaques está com 10% de desconto e pode ser feita aqui.

Com as mudanças, os títulos internacionais (Mónica y sus Amigos & Monica and Friends) e Saiba Mais, saíram de linha.